Preço do m² em Copacabana pode variar até R$ 15 mil

Com pouco mais de 1km de extensão, a Rua Figueiredo de Magalhães, Zona Sul do Rio de Janeiro, começa no cruzamento com a Avenida Atlântica e se estende até a Praça Vereador Rocha Leão. No caminho, a variedade de serviços é grande, com comércios, bares e restaurantes, hospitais, cemitério e estação de metrô. E a localização privilegiada influencia o preço dos imóveis para quem tem interesse em morar ou investir na região. O valor do metro quadrado pode variar entre R$ 12 mil e R$ 27,1 mil.

A constatação vem do estudo Mapas de Ruas e AVM, realizado pelo DataZAP, o braço de inteligência imobiliária do ZAP+, que analisou a variação de preço do metro quadrado das principais avenidas de seis capitais brasileiras.

No Rio de Janeiro, o levantamento mostra que a proximidade com a praia de Copacabana e a Avenida Atlântica eleva o preço do metro quadrado na rua Figueiredo de Magalhães, que pode chegar a R$ 27.153. Os valores também são mais elevados nas proximidades da estação Siqueira Campos do metrô e não saem por menos de R$ 15 mil.

À medida que a rua segue em direção ao Túnel Velho, é possível notar que os preços começam a cair. O metro quadrado na região da Praça Vereador Rocha Leão atinge seu ponto mais baixo, chegando a R$ 12.091.

Para o estudo de Mapas de Ruas e AVM, o DataZAP levantou as principais ruas de interesse nas capitais Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza. A análise foi feita com base na oferta de anúncios disponíveis para esses endereços nos portais do grupo, ZAP Imóveis e Viva Real. A tipologia utilizada considerou o perfil de um imóvel novo de 60m² com dois quartos (uma suíte) e uma vaga em garagem.

O valor médio do m² de aluguel residencial no Rio de Janeiro teve a variação mensal de 1,55%, entre fevereiro e março, mostra o Índice QuintoAndar de Aluguel. O terceiro mês seguido de recuperação no indicador mensal em ambas as regiões, porém, não apaga as baixas dos últimos 12 meses. O Índice QuintoAndar leva em consideração preços efetivamente usados em contratos fechados, mais precisos que os valores de aluguel. O indicador aponta também a distância entre as médias de preços dos anúncios em relação àqueles realmente utilizados nos aluguéis. Em fevereiro, no Rio a diferença média a mais dos anúncios foi de 14,17% no mesmo período.

A maior alta de aluguel por metro quadrado no Rio foi o Recreio, Barra da Tijuca e Ipanema. Já as maiores retrações vieram de Santa Teresa, Centro e Grajaú, pelo segundo mês consecutivo. Na lista de mais caros da cidade, aparecem Ipanema, Leblon e Botafogo.

Os imóveis de até um dormitório tiveram alta no preço do metro quadrado de 1,9% em março, comparado com fevereiro. Os dois quartos tiveram aumento de 1,3%%. Já os imóveis de três dormitórios se mantiveram estáveis.

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