A importância da marca para uma corretora de seguros

Bernard Biolchini - CEO do Grupo Pentagonal.

Seguros / 23:04 - 5 de ago de 2020

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Marca, segundo o Aurélio: s.f. Sinal que serve para que se reconheça uma coisa, para distingui-la de outra. Padronizar, segundo o Aurélio: Tornar igual, uniforme, uma única forma. Qual a importância de definir ambas as palavras para mencionar sobre a Importância da padronização da marca. Estudos ientíficos demonstram que a codificação sensorial do cérebro humano, sempre terá a preferência para o que tem uma marca que segue um padrão. Isso pode não ser novidade para ninguém. Afinal, as franquias (modelo empresarial de maior relevância quando se refere as marcas e padrões), existem historicamente desde 1731 com Benjamin Franklin, em um negócio de impressão que criou. A própria Coca-Cola, que tem franqueados desde 1889, mas ainda é novidade para alguns mercados. Um deles, é o que se refere as corretoras de seguros

Por que as franquias fazem tanto sucesso? Porque permitem que os pequenos empreendedores reduzam em 90% os riscos dos seus negócios, pois por menor que seja, a empresa ela torna-se uma “célula” de um “grande corpo”. Isso atrai clientes em virtude da padronização, da confiança que uma grande marca traz, maior poder de negociação junto ao mercado em geral, etc. Órgãos oficiais possuem índices comparativos, entre a taxa de mortalidade das empresas individuais, comparadas às franquias comprovando a segurança.

De acordo com informações divulgadas pelo Sebrae, a maior segurança que em relação ao sistema de franquias, possuem uma taxa de mortalidade bem inferior aos negócios próprios e vem apresentando resultados superiores ao PIB. Sigo com outro questionamento: por que o modelo verdadeiramente conceituado como franquias de corretoras de seguros, com licenciamento da marca e o pagamento de royalties, só chegou no Brasil com o Grupo Pentagonal Seguros, em 2013?

Pelo fato do ramo da corretagem de seguros estar ligado à intermediação dos negócios entre o cliente final e as seguradoras, fazia com que apenas estas tivessem a preocupação com os posicionamentos de suas marcas, não importava muito quem teria sido o Intermediário, desde que fosse um bom vendedor. Não havia tecnologia, ou seja, telefones celulares, internet banda larga, e-mail, sistemas, assinatura eletrônica, Whatsapp, Google, Instagram, Marketing digital e muito mais ferramentas que utilizamos atualmente.

O trabalho era “manual”, havia uma limitação geográfica de atuação e também de quantidade/capacidade de negócios possíveis por dia. Atualmente, graças a tecnologia disponível, uma corretora de seguros desempenha um papel de extrema relevância no mercado, operando de qualquer lugar do país, podendo fechar uma quantidade ilimitada de negócios, de onde estiver.

A corretora de seguros participa ativamente da prospecção, da negociação, do fechamento do negócio, da implantação, da solução de problemas, da regulação de sinistros e enfim, o Grupo Pentagonal Seguros foi visionário nesse mercado, pois anteviu que daquele momento em diante da padronização da marca, passou a também ser algo definitivo, em um caminho sem volta.

O crescimento exponencial da marca, não apenas em volume de Produção, mas também como reconhecimento do público final comprova a cada dia este fato. O mercado de corretora de seguros hoje possui apenas três camadas: grandes corretoras se fundindo e comprando as pequenas que não tem mais condições de competitividade; franquias de corretoras de seguros competindo em pé de igualdade com as maiores do mundo; e pequenas corretoras perdendo cada vez mais espaço e fadadas ao fechamento, sem serem adquiridas pelas grandes. Encerro meu texto afirmando que o modelo de franquias é o único caminho que permitirá que o corretor pequeno sobreviva e torne-se junto à marca, um grande corretor.

Bernard Biolchini - CEO do Grupo Pentagonal

 

 

 

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