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segunda-feira, janeiro 25, 2021

Ainda pior

Para o “banção” espanhol BBVA, a crise européia hoje é mais grave do que após a quebra do Lehman Brothers. A avaliação foi feita em no informe anual apresentado pela instituição à Security Exchange Commission (SEC), a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos: “A crise da dívida da dívida soberana da Europa se intensificou em agosto de 2011, e se disseminou com as pressões para o financiamento do setor financeiro. As tensões financeiras da Europa continuam em níveis superiores aos seguintes à queda do Lehman Brothers, em 2008. Isso, junto com o efeito do ajuste fiscal nos países periféricos, implica uma revisão da queda das projeções de crescimento para a Europa”, afirma o presidente do BBVA, Francisco González, apresentado à SEC no fim de abril.

Nem sempre é saúde
Pesquisa divulgada por uma seguradora norte-americana mostra o risco da prática de cada esporte. A atividade mais perigosa é o futebol americano. Em média, mais de 5% dos 9,3 milhões de praticantes se acidentam por ano. Logo abaixo vêm o basquete, o futebol e o skate. Todos com uma taxa entre 1,5% e 2%.
Vale ressaltar que, como a pesquisa foi feita somente nos Estados Unidos, nem sempre o resultado pode ser estendido a todo o planeta. Nos EUA, por exemplo, a prática de futebol é mais popular entre mulheres que entre homens, o que pode ter reduzido o percentual de acidentes.
Da amostra, a atividade menos arriscada é a sinuca. Apenas 0,0019% dos participantes tiveram algum acidentes por ano (difícil imaginar como).

Melhor nem torcer
Os dados da seguradora motivaram o comentário do especialista em seguros Francisco Galiza: “A luta livre é menos arriscada do que o futebol e o basquete. Pescar (0,207%) é, no mínimo, duas vezes mais arriscado do que praticar arco e flecha (0,095%). Ser uma cheerleader (líder de torcida), com taxa de acidentes por ano de 1,251%, é, no mínimo, duas vezes mais arriscado do que ser uma jogadora de vôlei (0,548%).”

Renda
Paulo Lamosa Berger lança seu livro Mercado de Renda Fixa no Brasil (Nova Razão Cultural) nesta quarta-feira no Banco Central, às 17h.

Menos vale mais
A divulgação, segunda-feira, dos dados sobre a performance no primeiro trimestre do Groupon – um dos principais grupos de vendas coletivas do mundo – é representativo da esquizofrenia do mercado financeiro. Apesar de quase dobrar suas vendas de janeiro a março para US$ 559,3 milhões, o grupo divulgou ter sofrido perda de US$ 11,7 milhões no período – nos primeiros três meses de 2011 registrara prejuízo de US$ 146,4 milhões. Apesar de continuar no vermelho, as ações do Groupon na Nasdaq subiram 12%, tendo alcançado um pico de alta de 18,5% durante o pregão. A contradição valeu o comentário irônico de um operador do mercado financeiro: “Isso realmente é uma grande notícia. Perder menos significa que vale US$ 2 bilhões mais na bolsa!”

Casa verde
A empresa curitibana Tecverde, especializada em casas sustentáveis, recebeu na França o prêmio internacional Hermès de l”Innovation 2011, concedido com o apoio do Instituto Europeu de Inovação e Estratégias Criativas e do Clube de Paris de Diretores de Inovação.

Em alta
A Paraíba é o terceiro maior pólo coureiro calçadista do país (atrás das regiões de Franca, SP, e Novo Hamburgo, RS) e o segundo maior exportador, com 21 milhões de pares no ano passado. “Hoje, o setor de calçados da Paraíba emprega quase 25 mil pessoas de forma direta e indireta e tem produção anual de 250 milhões de pares”, afirma a analista do Sebrae Éricka Vasconcelos. O setor calçadista local cresceu nos últimos anos uma média de 10%. O estado nordestino sedia no início de junho a feira Gira Calçados, com expectativa de atrair mais de 80 expositores e 3 mil lojistas.

Sped
Formas menos traumáticas para adaptação ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) serão mostradas no congresso O Impacto do SPED na Empresa Contábil, dias 21 e 22 próximos, em São Paulo, realização que uniu Prosoft e FISCOSoft. Informações e inscrições: (11) 3382-1030 ou cursos@fiscosoft.com.br

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Marcos de Oliveira
Diretor de Redação do Monitor Mercantil

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