Analistas do JPMorgan rebaixam os bancos portugueses

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Os analistas do JPMorgan Chase estão detonando os bancos portugueses. Depois de rebaixar a classificação da CaixaBI e do BCP para underweight e do BES para neutral, cortaram os preços-alvos das três principais instituições listadas a bolsa de Lisboa, usando como argumento os elevados custos de financiamento, os riscos de desalavancagem e ainda a grande dependência do Banco Central Europeu. O pitoresco é que os técnicos do banco norte-americano vêem um cenário ruim, mas acreditam num potencial de alta mais reduzido e, por isso, diminuíram os objetivos. O pior corte foi para as ações do Banco Comercial Português, que acham que estarão cotadas a 0,12 euros daqui a doze meses. O engraçado é que continuam a apontar um potencial de valorização de 11%, pois no momento tais títulos são negociados a 0,108 euros. Na análise anterior, estabeleceram o alvo em 0,68 euros. Agora reconhecem o exagero, pois sem o menor sentido haviam feito uma previsão cinco vezes maior.
O preço-alvo do BES baixou de 3,6 euros para 1,11 euros; mesmo assim, deixaram a possibilidade de uma recuperação de 14% na cotação até o final do próximo ano, pois os papéis desse banco são negociados a 0,97 euros. Para o BPI, estabeleceram um preço-alvo de 0,52, contra o anterior de 1,70 euros. Mesmo assim, admitem a possibilidade de ganhos de 19%. Jaime Becerril e Axel J Finsterbusch foram os responsáveis pela análise do JPMorgan e alegam que apesar do baixo potencial de alta, existe muita incerteza. Pelo visto, novos cortes de objetivos ainda serão apresentados.

JPMorgan só gosta da Gerdau
Diz a lenda urbana que o pequeno investidor para entrar no mercado de ações não deve comprar diretamente na Bovespa, mas sim através de cotas de fundo de investimento, pois a diversificação minimiza os riscos. Bem, uma rápida análise na carteira de algumas dessas instituições revela que o 1930 Fundo de Investimento em Ações, administrado pela unidade brasileira do norte-americano JPMorgan acaba com essa lenda. Trata-se de um fundo pequeno, com patrimônio de apenas R$ 1,56 milhão e quatro participantes. Mas com 88,849% das aplicações concentradas em ações preferenciais da Metalúrgica Gerdau. Bem, 5,818% são de cotas do JPM Sovereing Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento. Carteira super legal.

SulAmérica tem esperanças na OGX
O Fundo SulAmérica FMP-FGTS Carteira Livre tem patrimônio de R$ 353,83 mil e 11 participantes. O interessante é que possui 2,47% de suas aplicações em ações da pré operacional OGX, percentual superior ao do aplicado em Bradesco , Itaú e PDG Realty. Ainda bem que tem 10,734% em ações preferencias da Vale e 4,618% nas da Petrobras.

Bradesco inaugura 1.003 agências em 2011
Nos últimos seis meses, o Bradesco inaugurou 1.003 agências, reforçando a sua presença em todas as regiões do país. As novas agências estão assim distribuídas: Região Sul – 219; Região Sudeste – 343; Região Centro-Oeste – 41; Região Norte – 99 e Região Nordeste – 301. Com isso, entre agências e postos de atendimento, o banco passa a contar com mais de 8.200 pontos à disposição da população, ampliando assim, a oferta de produtos e serviços financeiros, além de gerar mais de 9 mil empregos diretos e indiretos em 2011.

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Eletrobras assumirá controle da Celg D
A Eletrobras assinou protocolo de intenções para participar do processo de saneamento financeiro da Celg Distribuição (Celg D). Este processo prevê que a Eletrobras assuma o controle da Celg D, por meio da aquisição de 51% das ações ordinárias do capital da companhia. A empresa informou ainda que será divulgado um comunicado ao mercado com os detalhes da operação e que irá agendar uma teleconferência sobre o tema. “A concretização da referida operação depende de diversas autorizações em diferentes esferas, não podendo, portanto, ser detalhada neste momento”

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