Tem por objetivo a fabricação e a comercialização, no país e no exterior, de celulose de fibra curta de eucalipto e papel para imprimir e escrever, além da formação de florestas para uso próprio e venda a terceiros.
Os preços de celulose no mercado internacional no terceiro trimestre de 2000 passaram para o nível de US$ 690 por tonelada CIF, e foi este o preço praticado no quarto trimestre.
A produção nos nove primeiros meses de 2000 alcançou 443,5 mil toneladas (mais 1% em relação ao mesmo período do ano anterior), sendo 284,2 mil toneladas de celulose de mercado e 159,3 mil toneladas de papel.
As vendas no período alcançaram 453,1 mil toneladas (mais 1,3% em relação ao mesmo período de 1999). Desse total, 283,0 mil toneladas foram de celulose (84% exportados) e 170,1 mil toneladas de papel (41% exportados).
A receita líquida de vendas atingiu R$ 573 milhões nos nove primeiros meses de 2000 (mais 36% em relação ao mesmo período do ano anterior), com evolução de 1,3% no volume vendido e 35% de aumento no preço médio unitário em reais.
As despesas financeiras passaram de R$ 89,7 milhões em 1999, para R$ 71,5 milhões em 2000.
O lucro líquido até setembro deste ano alcançou R$ 174,8 milhões (prejuízo de R$ 57,3 milhões em 1999).
A geração de caixa operacional medida pelo Ebitda (lucro antes do resultado financeiro, impostos sobre a renda, depreciação, exaustão e amortização) alcançou R$ 346,6 milhões (mais 67% em relação ao mesmo período anterior).
A relação Ebitda / Vendas líquidas foi de 60,5% (49,5% em 1999).
A relação dívida líquida / Ebitda (anualizado) passou de um multiplicador 3,0 em 31/12/1999, para um multiplicador 1,7 em 30/09/2000.
O endividamento líquido foi reduzido de R$ 950 milhões em 31/12/1999, para R$ 792 milhões em 30/09/2000.
A empresa distribuiu aos acionistas um dividendo intermediário por conta do lucro apurado no primeiro semestre de 2000, no valor total de R$ 20,1 milhões.
A Bahiasul conseguiu reverter o quadro negativo que atravessou durante alguns anos, tendo como fatores decisivos para a mudança no quadro: uma eficiente administração de seus negócios, por parte de seus dirigentes, a recuperação de preços de seus principais produtos no mercado mundial e a nova realidade cambial do país. Ótima opção de investimentos.
Por Carlos Antonio Magalhães
Diretor da Sirotsky & Associados














