Apesar de mais de 50% dos adultos no Brasil conviverem com sintomas crônicos e de haver mais de 300 mil pessoas buscando ativamente informações sobre novas abordagens terapêuticas — como o uso de canabinoides —, a falta de prescritores de cannabis medicinal impede o crescimento nos tratamento com a planta.
Atualmente, apenas cerca de 0,2% dos médicos brasileiros prescrevem esse tipo de tratamento. Esse descompasso escancara um “apagão acadêmico”, provocado tanto pela desatualização das matrizes curriculares nas universidades quanto pela escassez de cursos e graduações de qualidade voltados à medicina integrativa.
É para preencher essa lacuna deixada pela formação tradicional que a Cannect, ecossistema de saúde da América Latina voltado ao cuidado integral de pacientes com doenças crônicas, estruturou sua frente de educação médica. Por meio da plataforma Dr. Cannabis, a empresa já capacitou mais de 12 mil profissionais e anuncia agora o relançamento do curso gratuito “Cannabis Medicinal do Zero” (CMZ 2026), com aulas começando nesta segunda-feira (4). A nova edição foi desenhada especificamente para médicos sem experiência na área, oferecendo uma rota segura e baseada em evidências para a prática clínica.
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“Liderar a transformação da atenção primária no Brasil exige enfrentar os gargalos que estão na base do sistema. O paciente crônico chega ao consultório em busca de um cuidado mais completo e contínuo, mas muitas vezes o médico não dispõe das ferramentas ou do suporte necessários para conduzir esse acompanhamento de forma segura. Nosso papel com a plataforma Dr. Cannabis é oferecer ciência rigorosa e apoio clínico permanente, garantindo que o profissional de saúde tenha autonomia e segurança para indicar o melhor tratamento para cada paciente”, afirma Allan Paiotti, CEO da Cannect.

















