O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello o arquivamento da queixa-crime ingressada na Corte pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), contra Jair Bolsonaro, por tê-lo acusado, durante uma entrevista à rádio Jovem Pan e janeiro do ano passado, de negar um pedido feito pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para que a Polícia Militar (PM) reforçasse a segurança devido a uma viagem que faria ao estado.
Aras, que segundo a Crusoé acena a Jair Bolsonaro para garantir uma nomeação para o STF, saiu em defesa do presidente. O PGR alega: “Não se verifica, na fala do Presidente da República, intuito de ofender o querelante (Flávio Dino), mediante a imputação falsa de fato definido como crime, mas sim o de informar a população, especialmente os participantes do evento.”
“O fato, porém, nunca ocorreu. Não houve qualquer negativa por parte do Governo do Maranhão, menos ainda do Governador do Estado, para que as forças policiais apoiassem a segurança do Presidente da República e de sua comitiva em território maranhense”, afirma Dino na notícia-crime.
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