Arrecadação de seguros de pessoas avançou 16,6% no primeiro trimestre

Segundo a Fenaprevi, montante de prêmios somou R$ 17,1 bi no período, puxado por Vida, seguido por Prestamista e o de Acidentes Pessoais

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Edson Franco, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Foto: Fenaprevi)
Edson Franco, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Foto: Fenaprevi)

No primeiro trimestre de 2024 foram arrecadados R$ 17,1 bilhões em prêmios, aponta o relatório da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) com base nos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O resultado representa o crescimento de 16,6%, quando comparado ao mesmo período de 2023.

Detalhando o montante dos prêmios por ramo, 47% correspondem aos resultados dos seguros de Vida (modalidades Individuais e Coletivo). Outros 28% em seguro Prestamista e 13% no segmento de Acidentes Pessoais.

Na análise por produto, os seguros com o maior crescimento percentual foram Funeral (32,2%), Vida Individual (29,4%) e Acidentes Pessoais (21,5%), na mesma base de comparação.

O levantamento da Fenaprevi também destaca que foram transferidos R$ 3,6 bilhões em benefícios (sinistros pagos) à população segurada, uma queda de 0,6% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Desse montante, 54% foram em seguros de Vida, 18% Prestamista e 12% em Acidentes Pessoais.

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“Mais do que salientar o crescimento da arrecadação é importante reforçar o volume de indenizações de R$ 3,7 bilhões pagos para a sociedade brasileira somente no primeiro trimestre. Esse valor dá suporte às famílias em momentos muito difíceis, como é o evento da morte de um familiar, uma doença, um acidente, entre outros. Tanto a pandemia como as recentes tragédias que assolam o país evidenciam a necessidade de continuarmos trabalhando no aumento da conscientização da importância da proteção à renda das famílias”, defende Edson Franco, presidente da Fenaprevi.

O executivo afirma ainda que o setor tem o compromisso social não apenas de aumentar a quantidade de famílias protegidas, mas também de propor a contínua oferta adequada de produtos de proteção à renda que de fato atendam a todos os tipos de consumidores, conforme as suas necessidades, complementa Franco.

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