Atividade econômica da Argentina acumula queda de 1,5%

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Engenheiros e técnicos chineses da CRRC Qingdao Sifang Co., Ltd., juntamente com seus colegas argentinos, inspecionam um trem em Llavallol, cerca de 33 km ao sul de Buenos Aires, Argentina, em 16 de novembro de 2020. (Foto de Martin Zabala/Xinhua)

O Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), responsável por coletar dados da economia, sociedade e maio ambiente da Argentina (espécie de IBGE), revelou, nesta quinta-feira, que a atividade econômica da Argentina caiu 0,7% em setembro e acumulou queda de 1,5% nos primeiros três trimestres do ano.

De acordo com dados preliminares do instituto, em termos homólogos, durante o nono mês, foram registradas quedas em cinco das principais áreas da economia; a contração mais significativa manifestou-se na categoria de Impostos Líquidos de Subsídios, com 3,9%, seguida da indústria de transformação, com 3,6%.

Da mesma forma, o nível de atividade na agricultura, pecuária, caça e silvicultura caiu 2,2% e a intermediação financeira 1,7%, detalhou o ente estatal.

Entretanto, a atividade pesqueira cresceu 8,9%; eletricidade, gás e água em 7,2%; e extrativas, 6,1%.

Da mesma forma, a educação aumentou 2,5%; hotelaria, 2,1%; saúde e serviços sociais em 2,1% e atividades imobiliárias, comerciais e de aluguel em 1,4%.

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Em menor grau, foram registrados crescimento homólogo da atividade da construção de 0,3% e dos transportes e comunicações de 0,1%.

De acordo com as últimas estimativas de analistas privados consultados pelo Banco Central da República Argentina (BCRA), o país sul-americano pode fechar o ano com um Produto Interno Bruto (PIB) 2% abaixo da média de 2022.

Com Agência Xinhua

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