A Securities and Exchange Commission começou o processo contra a Stiefel Laboratories Inc, subsidiária da empresa farmacêutica GlaxoSmithKline, e Charles Stiefel, seu presidente antes da incorporação, com a acusação de fraudes contra funcionários e acionistas, por comprar suas ações a preços extremamente desvalorizados. A Stiefel Laboratories Inc., empresa familiar localizada em Coral Gables, na Flórida, antes de ser comprada pela GlaxoSmithKline, há dois anos, utilizou baixas avaliações para recomprar suas ações entre novembro de 2006 a abril de 2009, além de omitir informações importantes para alertar os funcionários que os papéis valiam muito mais. O que era importante ficou confinado a Charles Stiefel e certos membros de sua família, bem como alguns executivos.
Na época, a Stiefel Labs era a maior fabricante mundial de produtos privados de dermatologia. Acionistas e empregados perderam mais de US$ 110 milhões com vendas baseadas nas avaliações enganosas. Entre novembro de 2006 e abril de 2007, a empresa recomprou 750 ações a um preço de US$ 13.012 cada. Charles, no entanto, sabia que cinco firmas de private equity avaliaram as contas patrimoniais do laboratório e fizeram ofertas de compra para os papéis preferenciais com valor de 50% a 200% maior que o por ele estipulado. Depois de ignorar tal oferecimento, o executivo, entre o final de julho de 2007 e junho de 2008, comprou mais de 350 ações do fundo dos empregados por US$ 14.517 cada. A família também comprou mais de 1.050 ações de acionistas no mercado por preços ainda mais baixos. E o grupo sabia das avaliações das private equity e também que importante empresa de capital aberto, após uma avaliação patrimonial, pagou mais de 300% do valor da recompra por ações preferenciais com base.
A operação familiar não parou, pois entre 3 de dezembro de 2008 e 1ºde abril de 2009, Labs Stiefel recomprou mais de 800 ações a US$ 16.469. No final de novembro de 2008, o laboratório decidiu encontrar comprador. Em 26 de janeiro de 2009, GlaxoSmithKline manifestou interesse em uma aquisição e, dois dias depois, assinou um acordo de confidencialidade. Charles Stiefel proibiu que as negociações fossem comunicadas aos empregados e levou os acionistas a acreditarem que a empresa continuaria a ser de propriedade familiar. No dia 20 de abril de 2009, Stiefel Labs anunciou a aquisição pela GlaxoSmithKline por valor superou a US$ 68 mil por ação, preço mais do que 300% superior ao preço pago nas recompras.
Deputados não se importam com o povo
No momento em que a Grécia faz cortes, com a maioria das profissões sofrendo redução salarial de 20 a 40% nos últimos dois anos e o salário mínimo deverá ser cortado para um valor inferior aos atuais 751,39 euros, ex-deputados alegam que foi violada uma lei, aprovada em 2008, quando o ND estava no poder, e que equiparou os salários dos parlamentares com os dos cargos mais altos do sistema judicial. Por isso, exigem duas coisas: atualização das suas pensões, com o pagamento dos retroativos e indenização por “danos morais causados” pela ausência de atualização das reformas.
O valor médio da remuneração dos deputados gregos atualmente é de 5.600 euros mensais. Um ex-deputado grego recebe uma média de 1.404 euros brutos por mês, depois de quatro anos de serviço; se passou dez anos no Parlamento, a pensão sobe para 3.510 euros. E depois de 17 anos de serviço, a pensão é elevada para 4.493 euros.
Lehman quer maioria na Archstone
O Lehman Brothers detém 47% da Archstone, o seu maior ativo imobiliário. Alegando que é necessário proteger os interesses do Estado na empresa, a instituição pedirá em juízo a autorização para aplicar US$ 1,3 bilhão de dinheiro do contribuinte norte-americano na aquisição de 26,5% da participação da empresa imobiliária e que se encontra em poder da Equity Residential. No último dia 2 de dezembro essa empresa anunciou que ofereceu as ações ao Bank of America e ao Barclays por US$ 1,3 bilhão e que o Lehman tem a opção de igualar a oferta.














