Banco do Brasil já lucrou R$ 10 bi este ano

Influenciado pelo crescimento do crédito e pela queda nas provisões (reservas financeiras para cobrir eventuais calotes), o Banco do Brasil (BB) lucrou R$ 5,032 bilhões no segundo trimestre, 2,6% superior em relação ao primeiro trimestre deste ano e de 52,2% na comparação com o segundo trimestre de 2020, no auge das medidas de restrição social provocadas pela pandemia de Covid-19.

Os R$ 5 bilhões elevaram para R$ 10 bilhões o lucro líquido ajustado nos seis primeiros meses do ano, resultado 48,4% maior que o registrado no primeiro semestre de 2020.

Além do crédito e das provisões, o BB citou o crescimento das receitas e o programa de demissões e de fechamento de agências como fatores que elevaram os lucros no primeiro semestre.

A soma de todo o valor emprestado pelo banco, a carteira de crédito atingiu R$ 766,5 bilhões em junho, alta de 6,1% em relação a junho do ano passado. Os destaques foram as operações de varejo e de agronegócios. A carteira de crédito a pessoas físicas cresceu 10,3% na mesma comparação. O crédito para o agronegócio bateu recorde e atingiu R$ 205,9 bilhões, expansão de 9,7% na comparação com junho de 2020 e de 3,7% em relação ao primeiro trimestre.
O crédito para micro e pequenas empresas encerrou junho em R$ 81,6 bilhões, alta de 24,8% em relação a junho do ano passado. Segundo o BB, o crescimento deve-se a iniciativas como o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese) e o Programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas (CGPE).
O crédito para micro e pequenas empresas encerrou junho em R$ 81,6 bilhões, alta de 24,8% em relação a junho do ano passado. Segundo o BB, o crescimento deve-se a iniciativas como o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese) e o Programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas (CGPE).
O crédito para micro e pequenas empresas encerrou junho em R$ 81,6 bilhões, alta de 24,8% em relação a junho do ano passado. Segundo o BB, o crescimento deve-se a iniciativas como o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese) e o Programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas (CGPE).
O índice de inadimplência acima de 90 dias alcançou 1,86% em junho, abaixo da média do Sistema Financeiro Nacional. Com a inadimplência sob controle, a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) atingiu R$ 5,4 bilhões no primeiro semestre, valor 52,1% menor que nos seis primeiros meses do ano passado.

Leia também:

Lucro do Itaú cresce R$ 5,41 bi no trimestre

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigos Relacionados

Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 8,35%

Previsão é que taxa Selic suba para 8,25% ao ano até o fim de 2021.

CVM quer dispensar registro para investidor não residente

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) colocou em audiência pública esta semana uma proposta de alteração da Resolução CVM 13, que reúne as regras...

Ratings de empresas de saneamento não sofrerão impactos imediatos

A crise hídrica no Brasil terá reflexos em diversos segmentos da sociedade. Mas os ratings das empresas brasileiras de saneamento básico avaliadas pela agência de classificação...

Últimas Notícias

Jovem baixa-renda é mais requisitado para voltar a trabalho presencial

Quanto menor a renda familiar, maior o percentual; brasileiros de 18 a 25 anos somam 42% das contratações temporárias no primeiro semestre.

Formbook afetou mais de 5% das organizações

Capaz de capturar credenciais e registrar digitação de teclado, malware figurou em segundo lugar no ranking mensal do país.

Sauditas liberam exportação de carne de unidades de Minas

De acordo com o Ministério da Agricultura, autoridades do país suspenderam o bloqueio de cinco plantas de carne bovina mineira.

Comerciários do Rio têm aumento

Já em São Paulo, emprego no comércio registra a maior alta mensal desde novembro de 2020.