Bisset apresenta o estudo mais radical contra o dólar

Moeda sofrerá desvalorização de 36% em relação ao euro no próximo ano.

Estudo da gestora de câmbio A.G. Bisset revela que o dólar sofrerá desvalorização de 36% em relação ao euro no próximo ano ou perto dessa janela de tempo, levando-a a níveis não vistos há mais de uma década. A recente fraqueza dessa moeda é o início de um movimento muito grande que poderia prejudicar a grande quantidade de investidores expostos por meio de suas alocações em ações e títulos dos Estados Unidos. Wall Street não gostou desse relatório, embora existam diversas com a previsão de queda para a divisa, mas são poucas as tão radicais quanto essa.

Um índice da moeda norte-americana ante uma cesta de moedas está próximo de suas mínimas em 27 meses e recua cerca de 11% em relação às máximas de 2020, com Goldman Sachs, UBS e Société Générale entre os bancos que preveem mais perdas. As apostas de fundos hedge contra o dólar nos mercados futuros estão em seus maiores níveis em cerca de uma década, de acordo com dados da CFTC agência que regula mercados de futuros e opções nos EUA, enquanto 36% dos gestores de fundos consultados em recente pesquisa do Bank of America Global Research apontaram a venda do dólar como seu principal trade cambial para a segunda metade do ano.

Acertar a cotação do dólar é fundamental para investidores, já que a trajetória da divisa influencia tudo desde lucros corporativos até preços de matérias-primas, como petróleo e ouro. O estudo de Bisset divide as oscilações do dólar ao longo das décadas em ciclos de 15 anos em que a moeda enfraquece acentuadamente em relação ao euro, antes de recuperar a maior parte das perdas.E embora a queda da divisa norte-americana tenha desacelerado nas últimas semanas, é “realmente uma oportunidade de sair do dólar das posições.

 

Buffett comprou 5% de 5 empresas japonesas

No último domingo, Warren Buffett anunciou que a Berkshire Hathaway vai participar no futuro do Japão e também com as cinco empresas que selecionadas para investimento. Essa aquisição, explicou o megainvestidor, é como outras que tem mantido ao longo do tempo, como a Coca-Cola, a American Express e a Moody’s. Nos últimos doze meses, com compras regulares na bolsa de Tokyo, o Berkshire Hathaway adquiriu uma fatia ligeiramente superior a 5% de cada uma das cinco maiores empresas da bolsa japonesa, uma compra que envolveu US$ 6,25 bilhões e as ações da Itochu, da Marubeni, da Mitsubishi, da Mitsui e da Sumitomo. O fundo de Buffett pretende manter estas participações no longo prazo e poderá aumentar a percentagem que detém em cada uma destas empresas até um máximo de 9,9%, dependendo dos preços, mas só avançará com mais compras se tiver a aprovação do conselho de administração da empresa em causa.

 

IRB decepcionou Credit Suisse

Os analistas do Credit Suisse esperavam um lucro de R$ 118 milhões para o IRB Brasil e não esperavam um índice de total de sinistralidade total de 135%. Segundo esses técnicos, o mercado deve reagir ao resultado de forma negativa devido à perspectiva de menor lucratividade. E isso aconteceu, pois as ações do IRB na abertura do pregão desta semana tiveram desvalorização superior a 7%, mas com recuperação depois e se situando a R$ 7,18.

No leilão especial na B3 para venda das sobras das ações não subscritas no aumento de capital do último dia 28 foram vendidas 8.383.542 papéis, ao preço de R$ 7,05 por ação, totalizando R$ 59,1 milhões. “O valor adicional de R$ 1.006.025,04, obtido com a venda das sobras de ações não subscritas, será destinado à formação de reserva de capital, em conta de ágio na subscrição de ações. O IRB também informou que a administração agora está no processo de revisar contratos não lucrativos, o que pode afetar o crescimento do prêmio e a sinistralidade no curto prazo, mas também pode melhorar a lucratividade no longo prazo.

 

Não olhem para prejuízos, sim para dividendos

Para a XP Investimentos, o indicador ajustado que acompanha a geração de caixa da Energias do Brasil, veio em linha com as expectativas da corretora, os quais foram R$ 501,5 milhões e R$ 508,3 milhões, respectivamente.Seus analistas acham que tal desempenho da elétrica reflete uma combinação de: margem de contribuição de acordo com as estimativas; custos gerenciáveis dentro da média e provisões que garantem respiro às operações. A companhia assumiu em junho o compromisso de reduzir suas emissões para contribuir para o controle do aquecimento global, para que não exceda 1,5°C. Para isso, a EDP se comprometeu a garantir que, até 2030, 100% da energia gerada pela Companhia será de origem renovável.

 

Ação da Arco pode chegar a US$ 55

A equipe de análise do Credit Suisse manteve a recomendação de compra para a ação da Arco Educação , com preço-alvo em 12 meses de US$ 55, após o anúncio de aquisição da Escola da Inteligência feito pela companhia na sexta-feira passada. De acordo com os técnicos, a notícia é positiva e s aquisição de 60% dessa escola está avaliada em R$ 288 milhões, sendo que R$ 200 milhões serão pagos na data de conclusão da operação e os R$ 88 milhões restantes no segundo trimestre de 2021. Os outros 40% de participação serão pagos no segundo trimestre de 2023.

Os especialistas do banco esperam sinergias consideráveis, principalmente pela parte das receitas, uma vez que enxergamos um grande potencial para a Arco de realizar a venda cruzada das soluções da Escola da Inteligência para a sua base de aproximadamente 1,3 milhão de estudantes.Além disso, a instituição está bem posicionada para continuar entregando fortes resultados operacionais nos próximos anos, apesar dos desafios do cenário atual.

 

B3 faz acordo com a Spread

A B3 vai pagar R$ 140 milhões para encerrar o caso com a Spread Corretora, em acordo que encerra litígio com a massa falida da Spread Corretora por causa dos títulos patrimoniais da BM&F. O risco de perda era provável, e o montante provisionado atingia R$ 379 milhões em junho.

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