BNDES destinará R$ 300 milhões para reflorestamento

Proposta da estratégia é direcionar investimentos da ordem de R$ 5 bi para proteger, restaurar e reflorestar aproximadamente 270 mil hectares de áreas degradadas no país.

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Fachada do BNDES (foto de divulgação)
Fachada do BNDES (foto de divulgação)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou investimento de até R$ 300 milhões (US$ 56 milhões) para apoiar projetos de reflorestamento e restauração de áreas degradadas no Brasil, por meio da estratégia gerida pelo BTG Pactual Timberland Investment Group (BTG Pactual TIG). O grupo faz gestão de investimentos focada em terras florestais.

Com foco em práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) e 97% de seus ativos certificados por padrões internacionais de manejo florestal sustentável, como FSC e SFI.

A proposta da estratégia é direcionar investimentos da ordem de R$ 5 bilhões para proteger, restaurar e reflorestar aproximadamente 270 mil hectares de áreas degradadas no país. Além da restauração ambiental, a iniciativa visa gerar créditos de carbono por meio de soluções baseadas na natureza, contribuir para a geração de emprego e renda nos entornos das áreas restauradas e promover condições para o aumento da biodiversidade local.

A Conservation International atua como consultora de impacto para a estratégia de reflorestamento do BTG Pactual TIG, apoiando os esforços para alcançar impactos positivos no clima, nas pessoas e na natureza.

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“O BNDES vem atuando em diversas frentes de apoio a projetos ambientais e climáticos, contribuindo para a transição ecológica, a descarbonização e a conservação do meio ambiente. Esse investimento reflete o papel do Banco como agente indutor da transição justa”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, que destaca a importância da união entre o setor público e o setor privado nos esforços de restauração do Cerrado e de outros biomas críticos. “Parcerias como esta demonstram como recursos públicos podem catalisar projetos sustentáveis com participação do setor privado, beneficiando tanto as pessoas quanto a natureza, com respeito às normas ambientais e à qualidade do gasto público.”

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