Boa notícia

De acordo com relatório do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, cerca de 33 milhões de pessoas viviam com Aids em dezembro de 2007. A taxa anual de novas infecções por HIV diminuiu nos últimos dez anos: enquanto em 1998 3,2 milhões de pessoas foram infectadas, em 2007 este número caiu para 2,5 milhões. O número anual de mortes pela doença também diminuiu: de quase 4 milhões em 2001 para cerca de 2 milhões em 2007.

Má notícia
Embora a taxa mundial de novas infecções pelo vírus da Aids tenha diminuído, o número de pessoas infectadas pela primeira vez aumentou em vários países, como China, Indonésia, Rússia e Ucrânia, e em alguns países da União Européia e na América do Norte. Além disso, a cobertura pelo tratamento antiretroviral atingiu apenas 3 milhões de pessoas em países em desenvolvimento, o que representa aproximadamente 30% das pessoas que necessitam da medicação.

Novo
O novo modelo de estratégia e inovação utilizado em empresas como IBM, Intel e Xerox será apresentado em São Paulo pelo professor Henry Chesbrough, da Hass School of Business da Universidade da Califórnia e autor dos best-sellers Open Business Models e Open Innovation. Ele é o convidado especial de seminário sobre inovações (na língua mais usada pela elite, Open Innovation Seminar 2008), dia 16 próximo. O evento é uma realização da Allagi Consultoria em parceria com a Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec).

Tartarugas
A participação da Internet móvel é de 9% do total de 8,1 milhões de usuários de banda larga, enquanto nos EUA é de apenas 6%. Isso não mostra que o brasileiro aprecia mais a mobilidade que o norte-americano, como pode parecer à primeira vista. Reflete apenas a pouca expansão e o alto preço no acesso à Internet em alta velocidade prestado pelas operadoras de telefonia fixa.

Coisas do coração
A aterrissagem do advogado Roberto Teixeira, compadre do presidente Lula, no setor aéreo deveu-se a coisas do coração. Não exatamente na área amorosa, mas médica. Portador de problemas cardíacos, Teixeira foi presenteado por um executivo do segmento com um remédio de difícil acesso no país. Grato pelo atenção, o advogado, a partir desse gesto, estreitou seus laços com a aviação aérea.

Camaleão
Mudar de rótulo nunca foi problema para homens públicos, em particular os conservadores. Por isso, não é estranhável que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, jacte-se de promover a redução dos gastos públicos, apresentando tal gesto como complementar da política monetária do Banco Central. No entanto, nem todos são obrigados a acompanhá-lo nessa metamorfose ideológica, apresentando como progressista o que era considerado uma facada nos interesses, principalmente, das maiorias mais carentes dos serviços públicos. Por isso, seria interessante que os que alcunharam Mantega de social-desenvolvimentista viessem a público esclarecerem se também mudaram tão radicalmente suas convicções sobre a política fiscal.

Marcos de Oliveira e Sérgio Souto

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Marcos de Oliveira
Diretor de Redação do Monitor Mercantil

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