As Bolsas europeias fecharam em alta ontem, mediante os números positivos da economia. No entanto, o aumento da Covid-19 no continente continuou no radar dos investidores. Londres teve elevação de 0,52%. Frankfurt subiu 0,74%. Paris fechou com ganhos de 0,74%. Milão valorizou 0,30%, Madri e Lisboa tiveram ganho de 0,71% e 0,11%, respectivamente.
Nos EUA, os mercados também se recuperaram. As perspectivas de recuperação da economia fizeram com que Wall Street fechasse em alta. O Nasdaq subiu 1,19%. O S&P 500 e o Dow Jones tiveram elevação de 0,93%.
Na Ásia, os mercados seguiram Nova Iorque, fechando majoritariamente em alta nesta madrugada, acompanhando os ganhos ocidentais de ontem. Mas, o avanço da Covid-19 na Índia e no Japão ainda são fatores de recuperação. Tóquio teve alta de 2,38%. O Kospi subiu 0,18%. Hong Kong avançou 0,47% e Taiwan teve perda de 0,61%. Na China Continental, o Xangai teve recuo de 0,23% e o Shenzhen subiu 0,48%.
Hoje, os futuros nos EUA operam em queda, aguardando o resultado dos pedidos iniciais por seguro-desemprego, realizando com o resultado aquém do esperado da Southwest Airlines e de olho em demais resultados. Na Europa, os mercados sobem de olho nos resultados e aguardando Christine Lagarde. No Brasil, os futuros operam em alta. Os investidores aguardam a aprovação do Orçamento e a Cúpula do Clima, além de responder aos ganhos do feriado de ontem de Tiradentes.
O Tesouro ofertará LTNs para os vencimentos 2022, 2023 e 2024; NTN-Fs para 2027 e 2031; e LFTs para 2022 e 2027. O BC fará oferta de 15 mil swaps a partir das 11h30.
Na Europa, há destaque para dados de política monetária antecedendo o discurso de Lagarde, do Banco Central Europeu. A taxa de facilidade permanente para depósito continua negativa, em -0,5%. A facilidade permanente de cadência e liquidez permaneceu em 0,25%. E a decisão de taxa de juros permaneceu nula, em 0,00%. No Reino Unido, o índice de tendências industriais, o CBI, teve queda de 8 pontos, ante expectativas de 2 pontos.
Nos EUA, como ocorre toda quinta-feira, serão divulgados os pedidos por seguro-desemprego. A expectativa é de que a demanda pelo benefício chegará a 617 mil. As vendas de casas usadas tendem a sair de 6,22 mil em fevereiro e têm perspectiva de chegar a 6,1 mil em março.
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Matheus Jaconeli
Economista da Nova Futura Investimentos

















