Brasil é o segundo país da AL com gigabyte mais barato

Custo médio por 1GB de internet no país é de cerca de US$ 0,92, ficando atrás somente do Chile: US$ 0,39.

Pesquisa realizada pelo Cable.co.uk, site britânico comparador de preços e planos de serviços de telecomunicações, que revelou que o Brasil é o segundo país com menor custo médio por 1GB de internet na América Latina, cerca de US$ 0,92, ficando atrás somente do Chile (US$ 0,39).

Apesar de ainda ter um preço de gigabyte que varia muito, o país vem subindo posições no ranking junto às demais nações, ficando na 49º posição mundial, subindo posições em relação à última pesquisa realizada em 2020 que o colocava na posição 78º de 230 nações, e ficando à frente de países como Espanha (68º), EUA (154º), Alemanha (155º), Japão (156º) e Reino Unido (78º).

Para a líder de conteúdo da plataforma Portal de Planos, Gabriela Resende, as variações da posição do país em relação ao preço médio de gigabyte se devem às mudanças dos planos de internet das operadoras e às melhorias no mercado de telecomunicações. “Essa variação no preço da internet móvel depende da infraestrutura existente no país e dos dados móveis serem a principal via de acesso à internet de algumas regiões”, comenta. Além disso, segundo Gabriela, o poder de compra do consumidor também é analisado. “Em países ricos, esses serviços de dados são caros, pois a população pode pagar mais, resultando em um custo de operação de rede alto. Além disso, há a questão da evolução de tecnologias como fibra óptica e 4G, que têm um alcance maior nesses países, enquanto aqui ainda apresentam muitas limitações”, conclui.

Nesta manhã, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que a chegada da interatividade e do 5G pode fazer com que o jovem volte a se interessar pelo trabalho no campo. Para ela, o agricultor conectado traz grandes benefícios não apenas na área da produção, mas também na social.

“Com a interatividade, o agricultor vai poder interagir com as áreas urbanas. Tenho muita esperança de que o jovem se interesse em voltar para o campo para trabalhar com seus pais. A nossa população rural está envelhecida e precisamos de mais jovens trabalhando no campo. Com essa ferramenta, o 5G, tenho uma esperança muito grande de trazer esse jovem para o campo novamente”, afirmou.

A ministra estima que 60% dos produtores rurais estão conectados e, com o 5G, ela acredita que a situação vai melhorar e se democratizar mais rapidamente.

 

Com informações da Agência Brasil

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