Brasil está mal preparado para o mercado de táxis aéreos

Liderança do ranking ficou com os EUA, seguidos de Singapura, Holanda, Reino Unido, Austrália e China.

O Brasil é o país menos preparado para o mercado de táxis aéreos dentre 25 países avaliados. Essa é uma das principais conclusões da pesquisa “Aviação 2030: Índice de Prontidão do Táxi Aéreo”, da KPMG. Considerando os critérios de aceitação do consumidor, infraestrutura, política e legislação, tecnologia e inovação, a nota do Brasil ficou em 8,78, fazendo o país ocupar o último lugar no ranking.

A liderança do ranking ficou com os EUA (nota 26,11), seguidos de Singapura (21,88), Holanda (21,78), Reino Unido (20,41), Austrália (20,13) e China (20,00).

A pesquisa destacou ainda que o mercado global de taxis aéreos deverá crescer nas próximas décadas à medida que as cidades congestionadas procurarem novas formas de reduzir os tempos de viagem e os usuários aceitarem mais os voos pilotados e automatizados. O setor está passando também por uma evolução crescente de startups e investidores, repleta de demonstrações futuristas, com operadores querendo comercializar as suas primeiras propostas nos próximos três anos. O relatório aprofunda as oportunidades para companhias aéreas, aeroportos, operadores e parceiros da cadeia de fornecimento com comentários de líderes globais da indústria.

O “Índice de Prontidão do Táxi Aéreo”, da KPMG, ajuda a medir o nível de preparação para a próxima geração de Veículos de Decolagem e Aterragem Vertical (VTOLs) em 25 territórios. É um índice composto que combina 34 métricas individuais em uma única pontuação. As métricas estão dispostas em quatro pilares: aceitação do consumidor; infraestrutura; política e legislação; tecnologia e inovação. O índice permite comparações entre os níveis de preparação dos territórios. A publicação é destinada a organismos públicos e privados que querem compreender os benefícios desta tecnologia, e a adequação de diferentes geografias para projetos e investimentos relevantes.

Já nesta quarta-feira, o Ministério Infraestrutura avalia concessão do Aeroporto Santos-Dumont no Rio. Publicada no Diário Oficial da União de hoje, portaria do ministério que institui um grupo de trabalho que terá, como finalidade, estudar e avaliar os impactos do modelo de concessão a ser adotado. A avaliação será feita no âmbito da sétima rodada de concessões aeroportuárias, que abrange o Aeroporto Internacional do Galeão.

De acordo com a portaria nº 62, o grupo de trabalho iniciará os trabalhos hoje, devendo finalizá-los em 18 de fevereiro, com a apresentação de um relatório final contendo as recomendações “de caráter consultivo”. O grupo será composto por cinco representantes indicados pelo ministério e cinco indicados pelo governo do Rio de Janeiro.

A coordenação dos trabalhos ficará a cargo da Secretaria Nacional de Aviação Civil. As reuniões ocorrerão preferencialmente de maneira virtual, mas, se houver necessidade, poderão ser convocadas reuniões presenciais.

Se necessário, o grupo poderá solicitar apoio técnico de representantes da academia, de instituições privadas, de órgãos e entidades da administração pública (federal ou estadual), bem como de especialistas em aviação civil ou infraestrutura aeroportuária. Poderá também solicitar apoio da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para melhor desenvolver os trabalhos.

 

Com informações da Agência Brasil

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