Brasil registra 225 mortes por Covid em 24 horas

No topo do ranking por estado, estão São Paulo (150.064), Rio (66.437), Minas (54.719), Paraná (39.208) e Rio Grande do Sul (34.911).

O Brasil registrou mais 9.004 casos de Covid-19 e 225 mortes causadas pela doença nas últimas 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado no início da noite deste sábado pelo Ministério da Saúde. O número de pessoas que perderam a vida para a doença está agora em 597.948. Já o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.468.121. Ainda há 427.520 casos em acompanhamento. O nome é dado a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou recuperando-se em casa.

Há 3.164 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque, em muitos casos, a análise sobre a causa da morte continua mesmo após o óbito. Segundo o boletim, 20.442.653 pessoas se recuperaram da doença.

No topo do ranking de mortes por estado, estão São Paulo (150.064), Rio de Janeiro (66.437), Minas Gerais (54.719), Paraná (39.208) e Rio Grande do Sul (34.911).

Os estados que menos registraram mortes por Covid-19 foram o Acre (1.838), o Amapá (1.984), Roraima (2.002), o Tocantins (3.794) e Sergipe (6.011).

Os últimos dados do Ministério da Saúde apontam que 241,23 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 foram aplicadas em todo o Brasil, sendo 147,57 milhões como primeira dose e 93,65 milhões como segunda dose (ou dose única).

Já segundo o Observatório Obstétrico Brasileiro (OOBr), desde o início da pandemia, são 1.888 gestantes e puérperas mortas pela Covid-19. Contabilizamos 1.428 óbitos maternos em 2021, ou seja, 210% a mais do que 2020.

Um destaque é a letalidade da doença em casos graves (casos de SRAG): era de 7,3% em 2020 e saltando para 14,6% em 2021. Desde o início da pandemia, uma a cada cinco gestantes e puérperas mortas por Covid-19 não teve acesso a unidades de terapia intensiva (UTI) e 32,6% não foram intubadas.

Assim, entre março de 2020 até a última atualização, são 18.064 casos de SRAG confirmados por Covid-19 e, repetimos, 1.888 óbitos (11,8% dos casos finalizados). Isso sem contar outros 13.448 de registros com 349 mortes entre gestantes e puérperas com SRAG não especificada, que podem ser também episódios de SARS-Covid-19.

Desde o início da pandemia, são 11.643 casos de SRAG confirmados por Covid em crianças até dois anos e 944 mortes. Um destaque é a alta concentração de mortes nos primeiros meses de vida do bebê: 56,8% delas está concentrada até no terceiro mês (536 óbitos). Dos bebês que morreram por Covid nessa faixa etária, 31,2% não foram para UTI e 38,1% não passaram por intubação, recursos importantes nessas situações.

Considerando todos os casos de SRAG nesse público infantil, foram 33.471 registros e 1.714 mortes em 2020. Neste ano, são 50.258 casos e 1.308 óbitos. Em 2019 (ano anterior à pandemia) foram 19.142 casos de SRAG e 576 mortes nessa faixa etária.

Em 2020, a porcentagem de desconhecimento do agente causador da SRAG é de 77,8% e essa porcentagem é de 72,9% em 2021. O problema não é novo, mas se agravou na pandemia de Covid-19. Em 2019, por exemplo, 58% tinham agente etiológico desconhecido. Dentre os casos com agente etiológico conhecido, o coronavírus responde a 73,1% dos registros em 2020 e 45,6% em 2021. O restante fica por conta dos vírus que tradicionalmente afetam as crianças pequenas, como o adenovírus.

 

Com informações da Agência Brasil 

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