BRI proposta pela China é bem recebida no “Sul Global”: The Guardian

A Iniciativa do Cinturão e Rota (BRI, sigla em inglês) proposta pela China trouxe centenas de bilhões de dólares para o mundo em desenvolvimento na forma de infraestrutura, saúde pública e conectividade digital, sendo "avidamente bem-vinda" no "Sul Global", segundo um artigo de opinião publicado pelo jornal The Guardian.

Um trem elétrico de unidade múltipla (EMU, sigla em inglês) na Ferrovia China-Laos atravessa uma grande ponte sobre o rio Yuanjiang, na província de Yunnan, sudoeste da China, em 3 de dezembro de 2021. (Xinhua/Wang Guansen)

Xinhua - Silk Road

 

Londres, 6 abr (Xinhua) — A Iniciativa do Cinturão e Rota (BRI, sigla em inglês) proposta pela China trouxe centenas de bilhões de dólares para o mundo em desenvolvimento na forma de infraestrutura, saúde pública e conectividade digital, sendo “avidamente bem-vinda” no “Sul Global”, segundo um artigo de opinião publicado pelo jornal The Guardian.

“Estes investimentos essenciais foram negligenciados por investidores e agências de desenvolvimento ocidentais por décadas”, observou o artigo desta segunda-feira, em coautoria com Tobita Chow, diretora do Justice Is Global, um projeto da organização norte-americana People’s Action, e Jake Werner, Pesquisador pós-doutorado da Global China no Centro de Políticas de Desenvolvimento Global da Universidade de Boston.

“A visão global da China, de certa forma, desafia o poder dos países ricos e os princípios de livre mercado da ordem internacional liberal, mas também oferece a promessa de resolver alguns dos problemas mais intratáveis e desestabilizadores que a humanidade enfrenta”, aponta o artigo.

“Longe de impor uma nova ordem global, a China está convidando o Ocidente a trabalhar juntos na reforma do status quo”, acrescentou.

O artigo também pede maior cooperação EUA-China em infraestrutura e outros bens públicos globais, considerando que “tanto beneficiaria os países em desenvolvimento como também aponta para uma alternativa justa, sustentável e pacífica à escalada da rivalidade entre grandes potências”. Fim

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Agência de notícias oficial do governo da República Popular da China.

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