China como país aberto e inclusivo trabalha pelo futuro compartilhado

A China está exercendo um papel proativo na Organização Mundial de Comércio (OMC) e outras plataformas multilaterais importantes, demonstrando ao mundo como um país aberto e inclusivo que esteve trabalhando por um futuro compartilhado para a humanidade, disse um líder empresarial brasileiro.

Artista brasileiro de grafite pinta a parede no Beco do Batman em São Paulo, Brasil, em 29 de março de 2017. (Xinhua/Li Ming)

Xinhua - Silk Road

São Paulo, 13 Dez (Xinhua) — A China está exercendo um papel proativo na Organização Mundial de Comércio (OMC) e outras plataformas multilaterais importantes, demonstrando ao mundo como um país aberto e inclusivo que esteve trabalhando por um futuro compartilhado para a humanidade, disse um líder empresarial brasileiro.

Este ano marca o 20º aniversário da entrada da China na OMC, que significou a marca da sua reforma e abertura.

“Para entrar na OMC foi necessário mudanças substanciais na economia chinesa, incluindo abertura do mercado aos investimentos estrangeiros e engajamento na competição global”, disse Jose Ricardo dos Santos Luz Junior, CEO do LIDE (Grupo de Líderes Empresariais) China, empresa estabelecida em São Paulo que conecta os empresários chineses e brasileiros, em uma entrevista recente com a Xinhua em São Paulo.

“O Brasil e a América Latina se beneficiaram da abertura da China e da sua entrada na OMC, não somente em termos de comércio, como também dos investimentos estrangeiros diretos da China”, disse Luz.

De acordo com as estatísticas divulgadas pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe da Organização das Nações Unidas, a China se tornou a segunda maior parceira comercial, a terceira maior exportadora e a segunda maior importadora da América Latina desde 2014. Enquanto isso, o Brasil foi o primeiro país da América Latina que teve o volume comercial com a China excedendo 100 bilhões de dólares.

A iniciativa da Cinturão e Rota proposta por China preserva a harmonia entre as nações, intensifica o relacionamento win-win e defende a abertura e inclusão, na tentativa de construir uma “nova plataforma para cooperações internacionais e criação de novos motores para o desenvolvimento comum e um futuro compartilhado”, segundo Luz.

Luz veio para a China pela primeira vez em 2007 como representante de um escritório de advocacia brasileiro. Após anos de trabalho no país leste asiático, ele foi profundamente impressionado pelo desenvolvimento da China e permaneceu no país até 2015, quando voltou a se estabelecer em Brasil.

Com profundo conhecimento e entusiasmo pelos negócios e cultura da China, Luz se tornou pesquisador do Grupo de Estudos de BRICS da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo desde 2019.

Na globalização, ele disse, “Brasil e China são países que podem se beneficiar e contribuir para a globalização”, dada a vantagem tecnológica chinesa e a agricultura brasileira, que são “grandes motores a serem compartilhados com o mundo.”

“Durante as últimas duas décadas, a China empurrou a sua reforma e abertura, tornando-se mais global e aprimorando mais o multilateralismo”, acrescentou Luz. Fim

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Agência de notícias oficial do governo da República Popular da China.

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