Comércio carioca torce pelo frio para aumentar vendas

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Aldo Gonçalves
Aldo Gonçalves (Foto: Arthur S. Pereira/CDLRio/Sindilojas-Rio)

O varejo do Rio torce por um inverno mais rigoroso para aquecer as vendas dos produtos para o inverno e estima um crescimento de 3% se a temperatura realmente esfriar. É o que mostra pesquisa do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio) e do Sindicato dos Lojistas do Município do Rio de Janeiro (Sindilojas-Rio), que ouviu 250 lojistas do Centro e das zonas Norte, Sul e Oeste.

Segundo Aldo Gonçalves, presidente do CDL-Rio e do Sindilojas-Rio, com a queda da temperatura aumenta a venda de roupas de inverno e produtos como botas, cachecóis, luvas, gorros, meias e acessórios além de edredons, cobertores e colchas.

“O comércio precisa urgentemente se recuperar”, diz Aldo. Ele cita como exemplo que todas as datas comemorativas no primeiro semestre não confirmaram as expectativas de crescimento apontadas pelos institutos de pesquisas especializados em comércio varejista.

A pesquisa mostra que, com a queda da temperatura, 75% dos lojistas esperam aumento nas vendas e 25% disseram que serão iguais às do ano passado, que registrou crescimento de 2,5%. Dos comerciantes ouvidos 85% afirmaram que a mudança da temperatura influencia bastante as vendas e que a expectativa é que 60% procurem por artigos do vestuário, como casacos, moletons e camisas de flanela de manga comprida e 40% por acessórios como meias de lã, cachecóis, segunda pele, luvas, toucas e cobertores.

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