O CEO do Itaú Unibanco, Milton Maluhy Filho, foi eleito nesta quinta-feira, pela assembleia da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), novo presidente do Conselho Diretor da entidade, em chapa única, com mandato até março de 2029. Ele substitui o atual presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, que, desde março de 2024, ocupava a presidência do órgão máximo de deliberação da Febraban.
A mudança faz parte do processo natural de alternância no comando da mais alta esfera de decisão da entidade, responsável por sua condução estratégica e político-institucional. Trabuco aprimorou as transformações que vêm marcando a história da Febraban nos últimos anos, particularmente, na ampliação e no estreitamento do vínculo institucional entre as várias entidades representativas da indústria financeira do país.
Para Maluhy, “assumir a presidência do Conselho Diretor da Febraban é, para mim, a oportunidade de contribuir com uma agenda essencial de crescimento do país, baseada em responsabilidade, ética e na solidez do sistema financeiro. O Brasil construiu, ao longo das últimas décadas, um sistema financeiro robusto, com instituições sólidas e um arcabouço regulatório consistente. Preservar esses pilares, enquanto fortalecemos a contínua transformação, é fundamental para manter a confiança da sociedade e garantir que o setor siga cumprindo seu papel no desenvolvimento econômico e social do país”.
Segundo o novo chairman “à frente do Conselho, o foco estará na ampliação da colaboração entre instituições, reguladores e todo o ecossistema financeiro, fortalecendo a capacidade do setor de responder às demandas da sociedade com consistência, eficiência e visão de longo prazo”
Ao finalizar seu mandato, Trabuco deixa uma mensagem que marca a sua trajetória: “a solidez da indústria financeira é um ativo importante para o país e a economia como um todo. Ao longo dos últimos anos, desenvolvemos, com os colaboradores da Febraban, ainda mais o diálogo e parceria entre todos os bancos e os demais atores desse setor, que cresceu e se diversificou. A indústria financeira precisa se manter forte, robusta e segura, dando garantia para a sociedade de que a economia seguirá em permanente movimento, pronta para os desafios que virão e à disposição dos milhões de brasileiros”.
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