Atua na construção civil, especialmente nas áreas de engenharia civil, elétrica e mecânica, por administração ou empreitada, bem como a elaboração de projetos, cálculos, estudos e respectiva assistência técnica. A empresa executa grande volume de obras nos mais diversos ramos da engenharia, tais como: pontes e viadutos, obras rodoviárias, ferroviárias e metroviárias, hospitais e edifícios habitacionais, comerciais e industriais.
A carteira de obras alcançava R$ 166 milhões em 1999. Em 23 de março de 2000, foi publicado o aviso de homologação e seu objeto adjudicado, a licitação a favor da empresa, que tem por objetivo a contratação das obras e serviços de engenharia do Aeroporto Internacional de Brasília-DF, pelo valor global de R$ 108 milhões.
No setor de concessões rodoviárias, através da controlada Centrovias – Sistemas Rodoviários S/A, foram investidos R$ 30 milhões em obras, manutenção e modernização das rodovias SP-310 (entre Cordeirópolis e São Carlos) e SP-225 (entre Itiparina e Bauru).
Apesar dos impactos causados pelos altos níveis das taxas de juros e pelo atraso nos pagamentos de seus clientes, a empresa terminou o último exercício (31/12/99) com os seguintes indicadores:
Índice de liquidez corrente
3,35
Índice de liquidez geral
2,54
Relação capital próprio/terceiros
71/29
O resultado final dos últimos três exercícios encerrados foram:
31/12/97
R$ 156 mil
31/12/98
R$ 143 mil
31/12/99
R$ 2.198 mil
No segundo trimestre deste ano e no semestre, sua receita líquida operacional teve o seguinte comportamento:
04 a 06/2000 04 a 06/1999 01 a 06/2000 01 a 06/1999
Receita líquida de serviços 13.139 6.572 23.844 12.713
A composição da receita bruta no período nos diversos segmentos de atuação foi a seguinte:
Segmentos Participação
Infra-estrutura Aeroportuária 45,8%
Edificações públicas habitacionais 11,3%
Grandes estruturas obras de arte 29,4%
Outros 13,5%
Total 100,0%
A controladora obteve margem bruta de 18,4% no segundo trimestre deste ano, e 13,9% no semestre, sendo que no mesmo período do ano anterior, as margens brutas foram de 7,3% e 2,8%, respectivamente.
No segundo trimestre de 2000, a controladora apresentou lucro líquido de R$ 672 mil, e R$ 799 mil no semestre.
A estrutura patrimonial é equilibrada, com níveis de endividamento baixo. Os resultados operacionais, no entanto, vêm sendo modestos nos últimos exercícios.
Em bolsa, suas ações desvalorizaram 11,7% em 1999, e valorizaram 30,5% este ano.
Nos atuais níveis de preços, apesar dos fracos resultados operacionais que vem obtendo, suas ações se encontram muito depreciadas (7% do patrimônio líquido), tendo relativa atratividade.
Por Carlos Antonio Magalhães
Diretor da Sirotsky & Associados















