Consumidor que quiser celebrar Natal deve desembolsar R$ 338 com ceia/almoço

Segundo CNDL/SPC Brasil, 46% devem passar a data em casa

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Ceia de Natal (foto da ABr, arquivo)
Ceia de Natal (foto da ABr, arquivo)

Levantamento realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offerwise Pesquisas, revela que 98% dos entrevistados pretendem celebrar o Natal esse ano. De acordo com a pesquisa, o consumidor deve desembolsar, em média, R$ 338 com os preparativos da ceia e/ou do almoço de Natal.

Os dados também mostram que 46% devem comemorar em casa, 17% na casa dos pais e 15% na casa de outros parentes. E 20% pretendem viajar para a comemoração.

Além disso, para 31% dos entrevistados cada pessoa/família levará um prato, 28% pretendem dividir as despesas com cada pessoa/família contribuindo com um valor e 13% pretendem arcar com todas as despesas da comemoração.

O levantamento revela ainda a intenção das pessoas em comprar alguma roupa, sapato ou acessórios novos para usar no Natal. Em cada 10 brasileiros que vão celebrar a data, seis (65%) disseram que vão comprar alguma peça nova de vestuário ou acessório. O gasto médio previsto deve ser de R$ 324.

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O estudou ouviu, 15 a 23 de outubro, consumidores das 27 capitais brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas (excluindo analfabetos) e que pretendem comprar presentes para o Natal.

A pesquisa realizada via web e pós-ponderada por sexo, idade, estado, renda e escolaridade. 755 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar no Natal. Em seguida, continuaram a responder o questionário 600 casos, com a intenção de comprar presente nessa data. Resultando, respectivamente, uma margem de erro no geral de 3,6 p.p e 4 p.p. para um intervalo de confiança a 95%.

SP: datas comemorativas de fim de ano aumentam confiança e consumo das famílias

Pagamento do 13º e festas de fim de ano aumentaram o fluxo do varejo e as contratações temporárias, bem como estimularam o consumo na capital paulista em novembro. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – que mede o humor e a propensão imediata ao consumo – sinalizou alta de 2,6% em relação a outubro e alcançou 109,8 pontos em novembro. Já o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que reflete percepções sobre o ambiente econômico e as expectativas de longo prazo, também avançou, registrando 4,4% frente a outubro, marcando 118,7 pontos.

Segundo a Fecomércio-SP, os dados refletem, de forma significativa, que há otimismo pontual, mas ainda cautela estrutural. Os estímulos de curto prazo favorecem principalmente as compras de menor valor, a reposição básica e o pagamento de dívidas, mas não alteram o quadro marcado por crédito caro, juros elevados e renda real ainda limitada.

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