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Início Conjuntura Contrato de aluguel pode ter reajuste de 6,54% em janeiro

Contrato de aluguel pode ter reajuste de 6,54% em janeiro

Percentual corresponde à variação acumulada em 12 meses do IGP-M; Rio registra queda da inadimplência de aluguel pelo quinto mês seguido

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Casa com placa de aluguel (Foto: reprodução internet)
Casa com placa de aluguel (Foto: reprodução internet)

Os contratos de locação residencial em andamento, com aniversário em janeiro de 2025 e correção pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), poderão ser reajustados em 6,54%. Esse é o percentual do IGP-M, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), no acumulado em 12 meses (janeiro a dezembro de 2024). Em dezembro, o indicador teve uma variação de 0,94%.

O IGP-M é um dos principais indicadores utilizados para reajuste contratual, por ser divulgado ainda dentro do mês de referência. Para facilitar o cálculo do novo aluguel, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulga fator de atualização, que no caso é de 1,0654.

Por exemplo, para atualizar um aluguel de R$ 2 mil que vigorou até dezembro de 2024, realiza-se a multiplicação de R$ 2 mil por 1,0654. O resultado (R$ 2.130,80) corresponde ao valor a ser pago no final do mês de janeiro ou início de fevereiro.

No Rio, a taxa de inadimplência de aluguel caiu 0,06 ponto percentual entre outubro e novembro, passando de 3,56% para 3,50%. Foi o quinto mês consecutivo de queda do indicador no estado, segundo o Índice de Inadimplência Locatícia da plataforma Superlógica.

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A redução no Rio de Janeiro segue uma tendência nacional, uma vez que a taxa de inadimplência locatícia na média do país decresceu na comparação com outubro, passando de 3,31% para 3,20%. Entre as regiões do Brasil, o Norte lidera o ranking com a maior taxa de inadimplência do período, com 6,10%, seguido do Nordeste (4,87%), Sudeste (2,89%), Centro-Oeste (2,88%) e Sul (2,64%).

O levantamento aponta que a Paraíba, a exemplo do que ocorreu em outubro, registrou a maior taxa de novembro, desta vez com 15,77%. A lista das maiores taxas de inadimplência locatícia segue com Amazonas (12,29%), Rondônia (7,78%), Pará (6,31%) e Piauí (5,80%). No ranking dos estados com as menores taxas, aparecem Santa Catarina (1,88%), Sergipe (1,89%), Espírito Santo (2,22%) e Distrito Federal (2,26%), além de Minas Gerais (2,40%), Amapá (2,41%) e Rio Grande do Sul (2,83%).

Nos imóveis residenciais, a maior taxa de inadimplência nacional foi na faixa de aluguel acima de R$ 13 mil (5,41%), enquanto a menor foi de imóveis de R$ 2 mil a R$ 3 mil (1,82%). Já em relação aos imóveis comerciais, a faixa de até R$ 1 mil trouxe a maior taxa (6,54%), e a menor foi na faixa de R$ 2 mil a R$ 3 mil, de 3,50%. Em relação ao tipo de imóvel, a taxa de inadimplência de apartamentos caiu de 2,34%, em outubro, para 2,22%, em novembro; e a de casas, de 3,79% para 3,54%. Os imóveis comerciais tiveram 4,14% de inadimplência, 0,09 ponto percentual acima de outubro, que fechou em 4,05%.

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