Nesta sexta-feira, os mercados seguem com as atenções direcionadas para o relatório de avaliação de receitas e despesas primárias referente ao primeiro bimestre deste ano, com destaque para o índice de confiança do consumidor da FGV. Lá fora, os holofotes voltam-se para as falas de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, bem como outros dirigentes da instituição.
Nos negócios locais, é possível que os sinais positivos do exterior e do minério de ferro beneficiem o Ibovespa. No entanto, o cenário da expectativa de uma taxa Selic no final do ciclo de afrouxamento monetário maior do que o que era esperado, dado o comunicado do Copom em relação à sua última reunião de política monetária, possa ainda gerar um desconforto nos investidores. No câmbio, o dólar é possível que o ganho de força do dólar no exterior prejudique o real, enquanto o recuo dos juros das treasuries pode aliviar a pressão de alta nos juros futuros.
Lá fora, os contratos futuros de petróleo operam em alta volatilidade, ao passo que o dólar ganha força ante principais moedas. Os índices futuros acionários ficam em compasso de espera pelas falas de Jerome Powell, enquanto na Europa as principais Bolsas exibem sinal positivo. Por fim, na Ásia as Bolsas fecharam sem direção única nesta sexta-feira.
O contrato futuro de dólar fechou ontem em alta, após uma abertura em gap de baixa, e com volume de negociação reduzido se comparado às sessões anteriores. Com a abertura em gap de baixa, a moeda americana passa a operar entre as médias de preços de fechamento dos últimos 20 e 200 dias.
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Travelex Bank
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