Delivery teve alta de 17,8% no número de compradores em um ano

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Motoboy do iFood (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)
Motoboy do iFood (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

De 2021 para 2022, o delivery apresentou alta de 17,8% no número de compradores ativos e de 12,6% em volume de compra. Foi o que apontou o estudo “Consumer Insights 2022”, produzido pela Kantar. Durante os dias da semana, a modalidade é usada, principalmente, no jantar (14,8% das ocasiões). Já aos fins de semana, o delivery é a alternativa mais buscada no almoço (42,4%). Independentemente do contexto, as refeições mais consumidas são salgados (como coxinhas e esfihas), hambúrguer e pizza. Juntos, os três representam 65% dos pedidos.

As principais razões que levam o brasileiro a consumir delivery são a busca por sabor (42%) e a conveniência (42%). Ainda segundo o estudo, o comprador costuma realizar o pedido quando está sozinho (24,3%) ou com o parceiro (22,8%) – dividir refeições com muitos amigos está cada vez mais fora da realidade nacional (16,5% para quatro pessoas ou mais).

Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor de alimentação/food service foi o segundo que mais cresceu em 2022, se comparado a 2021: 21,5%, só perdendo para hotelaria e turismo (com alta de 24,5%). De acordo com o estudo, o faturamento das redes, independentemente do segmento, cresceu 14,3%, superando, pela primeira vez, os R$ 211 bilhões e ultrapassando a projeção de 12% feita pela ABF. Em 2021, o faturamento foi de R$ 185,068 bilhões. Além disso, dados do desempenho das franquias também apontaram que o número de unidades expandiu 7,8%, totalizando mais de 184 mil operações, e o de redes subiu 6,8%, superando as 3 mil marcas.

Desde o pico da pandemia, são oito trimestres de crescimento ininterrupto. Frente a 2019, o avanço do franchising foi de 13,2%, cuja receita naquele ano totalizou R$ 186,755 bilhões. Já no quarto trimestre de 2022, cuja comparação se deu com igual período do ano anterior, menos impactado pela pandemia, a alta da receita foi de 12,6%, alcançando R$ 63,800 bilhões. Quando comparado ao quarto trimestre de 2019, o crescimento chega a 16,1%.

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