Deputados fluminenses se despedem do Palácio Tiradentes

A partir de agosto, sessões serão no novo plenário instalado no antigo Banerjão.

A semana foi de despedida no Palácio Tiradentes, sede do Poder Legislativo Estadual nas últimas décadas. A partir de agosto, as sessões serão no novo plenário instalado no Edifício Lúcio Costa, o Alerjão. Com 34 andares, o Lúcio Costa foi adaptado para abrigar com conforto a complexidade do trabalho legislativo – antes divido em três endereços.

O Plenário Barbosa Lima Sobrinho continuará a ser usado para grandes eventos e solenidades. “O Palácio Tiradentes se tornou o palco do Parlamento fluminense. Agora ele irá se transformar em museu para que estas histórias sejam eternizadas”, afirma o presidente da Casa, deputado André Ceciliano (PT).

 

Pintura política

O ex-prefeito de Niterói Rodrigo Neves (PDT) disse que ainda não decidiu se disputa o Governo do Estado nas eleições de 2022. Ele afirma que não descarta ser candidato a vice, senador ou deputado federal. Rodrigo diz que está esperando “a pintura do quadro político brasileiro se completar” para se decidir.

 

Pirou na batatinha

O ex-governador Wilson Witzel não desistiu da política. Ele entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal pedindo a anulação de sua inelegibilidade. Witzel confidenciou a amigos muito chegados (são poucos, hoje) que, se o STF reverter sua situação, lança sua candidatura ao Governo do Rio em 2022.

 

Investimento em favelas

O deputado Waldeck Carneiro (PT) ficou feliz com a aprovação de sua emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Ela acrescenta a possibilidade de financiamento, pela Agência de Fomento do Estado do Rio (AgeRio), de empreendimentos econômicos em território de favelas do Estado. O deputado é autor da Lei do Plano de Metas Favela Cidadã, em vigor desde o final do ano passado.

 

No colinho do papai

Em prisão domiciliar desde o ano passado, por decisão do STF, por causa dos riscos da Covid, e sem tornozeleira eletrônica, Eduardo Cunha retomou as articulações políticas. Ele está arrastando o MDB do Rio – ao menos a parte que sobreviveu à Lava Jato – para a base aliada do governador Cláudio Castro. Para analistas políticos, é o mesmo que dizer que está empurrando o partido para o colo de Jair Bolsonaro.

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