Segundo pesquisa da Toluna, 37% dos entrevistados pretendem gastar mais de R$ 200 no total de presentes para os pequenos, enquanto que 25% pensam em gastar entre R$ 100 e R$ 200. Já 21% almejam gastar entre R$ 50 e 100. O levantamento apurou que nada menos que 61 dos entrevistados farão as compras com cartões de crédito, contra 30% de cartões de débito, 40% em Pix e 27% em dinheiro. E os presentes não serão adquiridos de forma impulsiva: 79% dos entrevistados pesquisam o que e como comprar antes de efetivamente realizar a compra, contra 5% que não o fazem.
Os brasileiros embarcarão no hábito de compra que tomou força na pandemia: escolherão o presente das crianças online: 57% farão compras em sites, contra 47% em shoppings, 40% em lojas de rua e 35% em lojas de departamento. Os presentes mais escolhidos serão brinquedos (74% dos adultos os comprarão) e roupas (46% optarão por elas).
A pesquisa também apurou que 51% dos brasileiros creem que a alta dos preços vai atrapalhar as compras, contra 34% que acreditam que não há problema nesse quesito.
O preço é o item que os brasileiros mais levam em consideração no momento de escolher o presente: 52% dos pesquisados priorizam valores na hora de escolher a loja. Já 27% da amostra prefere sempre colocar o desejo dos pequenos em primeiro lugar para presentear no Dia das Crianças. Mas os pais, tios, avós ou parentes não pretendem só ficar no presente para agradar os pequenos: 72% dos pesquisados pretendem levar as crianças para passear em 12 de outubro: 36% vão passear em parques, 38% escolherão shoppings, 36% optarão por sorveterias, 30% preferirão os parques de diversões e 25% irão a lanchonetes.
A pesquisa confirmou que 94% dos respondentes afirmam gostar de celebrar o Dia das Crianças – e 48% sempre preparam alguma atividade especial para os pequenos em 12 de Outubro.
O estudo foi realizado no dia 10 de outubro, com 835 respondentes em todo o Brasil, sendo 53% mulheres e 48%, homens.
Já pesquisa de intenção de compras, elaborada pela PiniOn para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), aponta maior disposição dos consumidores brasileiros para comprar presentes no Dia das Crianças. Em termos do nível de despesa, a maioria dos entrevistados (63,1%) planeja gastar entre R$ 50 e R$ 350. Foram entrevistadas 1.750 pessoas em todas as regiões do país.
Outro dado aponta que 49,2% dos entrevistados pretendem comprar presentes no Dia das Crianças, e 36,5% responderam que não têm intenção de gastar na data, enquanto 14,3% ainda não decidiram. Em comparação ao ano passado, mais pessoas declararam a intenção de compra, enquanto caiu a porcentagem dos que não pretendem comprar. A preferência dos entrevistados em adquirir os presentes presencialmente, se manteve, sendo 54,4% das respostas.
Do grupo de entrevistados que planejam comprar presentes para a data, 44,3% pretendem gastar mais do que em 2022, enquanto 33,8% desejam o oposto. Diferente do observado na pesquisa do ano passado, a maioria das compras seria realizada em grandes redes do varejo (48,0%) e não em pequenas lojas.
O estudo revela que se manteve a preferência por pagamento à vista para todas as categorias de bens e serviços consideradas na pesquisa. Os resultados da pesquisa mostram que os itens tradicionais ainda são os mais procurados, como roupas, calçados e acessórios, que representam 30,7% das intenções de compra. As bonecas são o brinquedo em destaque, com 19,6%, seguido pela bola de futebol (14,4%), bicicleta (11,7%) e carrinho (13,0%).
Uma mudança em relação ao ano anterior é o aumento na intenção de compra de itens eletrônicos, como videogames, jogos de videogame, celulares e computadores/notebooks/tablets. Esses produtos ainda apresentam baixa importância nas intenções.
Além disso, a pesquisa mostra um aumento na participação dos serviços, como ingressos para cinema, teatro, zoológico, parque aquático, etc. (6,4%) e viagens (8,8%), em comparação com o ano anterior, embora essas categorias ainda tenham baixa importância nas intenções de compra. Os consumidores continuam preferindo os itens tradicionais no Dia das Crianças. As perspectivas de vendas para 2023 parecem mais favoráveis do que no ano passado devido ao aumento do emprego, da renda e à crescente confiança do consumidor.

















