Bom dia.
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Economia perde fôlego – O PIB do primeiro trimestre foi 0,2% inferior ao registrado na última leitura, com a piora na indústria e na agropecuária sendo apenas parcialmente compensada pela recuperação no setor de serviços. Na comparação com o mesmo período de 2018, o crescimento de 0,5% também decepcionou, ficando ligeiramente aquém das estimativas. O IGP-M, ao menos, surpreendeu positivamente, desacelerando para 0,45% em maio, com a queda no preço de agropecuários. O noticiário político segue no radar, com sessão que trata de privatizações no STF e a votação da MP 871, que combate fraudes no INSS, no Senado.
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Revisão do PIB americano é o destaque da agenda externa – Ainda antes do pregão, sai a revisão do PIB do primeiro trimestre nos EUA, com expectativa de um resultado um pouco inferior ao estimado anteriormente, mas ainda em um ritmo acelerado. A atividade se mantém pujante, apesar das disputas comerciais iniciadas no ano passado e do shutdown parcial do governo no começo desse ano, graças a uma conjunção de fatores que passam pela diminuição da regulação em alguns setores, os tax cuts de Trump, juros ainda baixos (apesar de parte do mercado considerar que há espaço para reduzi-los) e os altos gastos do governo americano. Na Europa, o cenário é um pouco mais complicado, com a atividade aquém do esperado no início do ano, o que vem preocupando a autoridade monetária do bloco, especialmente por conta do endividamento elevado de alguns países. Foi esse um dos destaques do relatório semestral do BCE. Ainda assim, os dados desse começo de ano sugerem que a recuperação econômica na região has been delayed but not derailed, ou seja, está atrasada, mas não saiu dos trilhos. As Bolsas asiáticas ainda ficaram pressionadas hoje, seguindo a direção do fechamento de ontem das principais Bolsas ocidentais, mas as Bolsas europeias já ensaiam uma recuperação ainda que leve da queda dos últimos pregões, assim como os futuros de Nova Iorque apontam para uma abertura no azul.
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Cemig (CMIG4) divulga guidance para 2019 e 2020 – Ontem, a elétrica anunciou guidance para o Ebitda de 2019 entre R$ 4,5 bilhões e R$ 4,9 bi, o equivalente a um crescimento entre 15% e 25% sobre o resultado de 2018. Para 2020, a estimativa fica entre R$ 4,8 bilhões e R$ 5,2 bi, com crescimento pujante tanto nas estimativas para o desempenho de distribuição quanto em geração e transmissão. Para a alavancagem, a companhia estima sair de uma relação dívida líquida/ Ebitda de 3,5 vezes para 2,4x ao final desse ano e 1,9x no próximo ano, apesar do capex ainda expressivo. Cabe lembrar que em 2018 a Cemig não atingiu a faixa inferior do guidance, por muito pouco. De toda forma, seus papéis devem reagir de forma positiva às novidades.
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Justiça barra outro negócio da Petrobras (PETR4) – Agora, foi barrada a venda de 100% de sua participação acionária na Araucária Nitrogenados e da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III. As negociações ficaram suspensas pela justiça ao longo de boa parte de 2018 e em meados de janeiro a companhia conseguiu retomar o processo, em razão de novas decisões judiciais e do parecer técnico da Advocacia Geral da União. Contudo, hoje as atenções ficam voltadas para a sessão no STF que trata sobre a necessidade ou não de autorização do Parlamento na alienação do controle acionário de estatais. O desenrolar das discussões certamente vai influenciar os papéis da companhia ao longo do pregão hoje.
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Senado deve barrar MP que altera Código Florestal, atenção para as ações da SLC (SLCE3) e Terra Santa (TESA3) – Ontem as ações das duas empresas apresentaram forte alta, por conta da aprovação na Câmara dos Deputados da MP. A medida traz a prorrogação do prazo de adesão do produtor rural ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) até 31 de dezembro de 2020, além da mudança no percentual que as empresas têm que manter como reserva legal. Anteriormente eram exigidos que se mentissem 50% na Amazônia e 20% nos demais biomas, incidindo sobre a área da propriedade, agora o cálculo seria apenas sobre o que havia de vegetação nativa em cada momento de alteração da exigência de reserva legal. Entretanto, a medida provisória deve seguir para a análise no Senado, onde tudo indica, segundo posição do próprio presidente da casa, tal MP não será votada, destacando que a medida vence no dia 03 de junho. Caso realmente a MP não seja aprovada no Senado, as ações da SLCE3 e da TESA3 tendem a responder negativamente no pregão de hoje.
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OdontoPrev (ODPV3) anuncia recompra de ações – As ações serão mantidas em tesouraria e posteriormente utilizadas para lastrear opções de compra de ações outorgadas em 2016. As compras serão finalizadas até o dia 15 de novembro, representando um total de 1,03%.
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BR Malls (BRML3) encerra negociações por shoppings em SC – A companhia tinha informado o mercado em março que estava negociando a aquisição de participação em seis shoppings no estado, negociações que agora a BR Malls informa estarem encerradas. Não esperamos, no entanto, um impacto relevante nos papéis da companhia.
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Bons negócios!
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Coinvalores
















