E-consumidor pretende gastar mais no Dia dos Namorados do que nas Mães

Intenção de gasto é de cerca de R$ 240 para os Namorados, enquanto era de R$ 210 para o Dia das Mães.

A comemoração do Dia dos Namorados superou o Dia das Mães em intenção de investimento, é o que mostrou a pesquisa realizada pela Shopee Brasil. Segundo o grupo entrevistado, a intenção de preço médio por presente é de R$ 240 (contra R$ 210 do Dia das Mães) e 50% dos entrevistados pretendem gastar até R$ 130.

Participaram da pesquisa mais de 2.300 pessoas entre 19 e 55 anos, de todos os estados brasileiros. Considerando os hábitos dos consumidores, a maior parte do grupo (62%) faz compras online há mais de um ano, 23% há menos de seis meses e 14% entre seis meses a um ano.

Quanto às celebrações, 69% dos participantes têm o hábito de comprar presentes on-line para datas especiais. O tempo parece ser um fator muito importante, pois muitos dos entrevistados (31%) costumam comprar seus presentes com uma semana de antecedência, outros 30% consideram três semanas e 28% preferem duas semanas antes da data real. Contra esse grupo, apenas 10,5% não têm problema em comprar um a três dias antes da comemoração.

Já para o Dia dos Namorados, a pesquisa mostrou que 61% das pessoas consideram o preço acessível o elemento mais importante na hora de escolher o presente e a maioria dos participantes (74%) ainda não sabe o que comprar para seus parceiros. Já para uma pequena parte dos entrevistados que já se decidiu, perfume, roupa, relógio e celular são os itens escolhidos para presentear. Joias e relógios, seguidos de acessórios de moda e calçados foram as opções de presentes que mais tiveram destaque pelo grupo entrevistado.

Já segundo transações realizadas pela Rede, empresa de meios de pagamentos do Itaú Unibanco, o faturamento das vendas virtuais no Dia das Mães seguiu em alta, registrando aumento de 32%, em relação aos resultados apurados na celebração de 2020. A grande surpresa, entretanto, veio do aumento de 66% na receita movimentada pelas compras presenciais de 2021, no último domingo (9), contra os dados do ano passado. Afinal, embora haja urgência na recuperação das perdas causadas pela covid-19, o vírus ainda está por toda a parte e a crise sanitária segue em curso.

Considerando todas as transações realizadas via Rede, incluindo o comércio presencial e virtual, o último Dia das Mães registrou um acréscimo de 57% ao faturamento dos varejistas, se comparado a 2020. Além dos itens de vestuário, que geraram incremento de 200% nas vendas, outros setores que se destacaram pelo bom desempenho relacionado à homenagem materna deste ano foram beleza (+155%) e restaurantes (+130%), neste último, vale ressaltar que dados não incluem transações via aplicativos de delivery.

Leia também:

Baixa renda sofreu 2 vezes mais impacto financeiro que classe alta

Artigos Relacionados

Juros em alta atrairão US$ 21 bilhões de capital especulativo

Banco Central melhora projeção de crescimento e ingresso de investimentos estrangeiros.

Everardo Maciel: os projetos de reforma tributária são ruins

'Se querem diminuir a carga tributária de instituições financeiras e alguns setores industriais, vamos fazer a discussão sem agenda oculta'

Dentre 38 países da OCDE, Brasil é 2º lugar em ranking de mal-estar

País só perde para a Turquia; índice de infelicidade dos brasileiros é o maior dos últimos cinco anos.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Últimas Notícias

ENS e Ministério da Agricultura fazem live para lançar curso gratuito

Live no dia 7 de julho terá a participação de representantes do MAPA e especialistas em agronegócio.

Carta Fabril lança o papel higiênico premium Cotton Folha Tripla

Novidade foi desenvolvida para levar mais maciez com preço justo ao consumidor

LDZ Escola abre curso de animação digital 2D da ToonBoom Animation

Arte digital e cultura nerd beneficiam saúde e qualidade de vida.

Vendas Club traz conteúdo exclusivo para todo o Brasil

Propósito é prestar serviço para profissionais se manterem atualizados sobre o cenário de vendas.

Imóveis comerciais: segmento deve reaquecer de forma gradual

Desaquecimento por imóveis comerciais ocorreu por causa do home office imposto pelas restrições sanitárias.