Bom dia.
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Economia segue perdendo tração – O relatório de Samuel Moreira divulgado ontem, trouxe algum ânimo ao mercado, com a economia prevista para a reforma da Previdência chegando a R$ 913,4 bilhões em 10 anos. Os estados e municípios ficaram de fora e houve alterações que já eram amplamente esperadas, como na aposentadoria rural e a exclusão do regime de capitalização. O IBC-Br, no entanto, voltou a decepcionar, com queda de 0,47% em abril sobre o mês anterior, bem acima da média das estimativas. O IGP-10 subiu 0,49% em junho, desacelerando principalmente em razão da deflação em alimentos e do arrefecimento no preço de combustíveis.
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Bolsas caem com dado fraco da indústria chinesa – Dados do varejo e da indústria americana no radar na abertura. A produção industrial na China cresceu 5% em maio, menor ritmo em dezessete anos e abaixo do esperado pelo mercado. As vendas no varejo, no entanto, vieram acima do esperado, crescendo 8,6%. O resultado fraco da indústria chinesa e a elevação das tensões no Oriente Médio com os ataques a navios de petróleo, ontem, aumenta a aversão ao risco lá fora e pressiona as Bolsas. Os yields dos treasuries americanos estão em queda e o ouro atingiu a máxima de 14 meses nessa manhã. Na abertura, o mercado vai monitorar os dados americanos, mas nesse caso, um resultado ruim não seria de todo mal, pois aumentaria as apostas de um corte de juros de maior magnitude por lá. Hoje o mercado precifica uma chance de 35% de corte já em junho, mas há dois dias era 20% a chance. As apostas de que o Fed vai manter os juros inalterados até o final do ano já estão em apenas 0,6%, com 22,5% de chance dos juros terminarem o ano 1 p.p. abaixo do patamar atual.
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Venda de ativos da Petrobras (PETR4) avança – Foi concluída a venda da TAG, após a deliberação do STF, na última semana. Foi pago cerca de R$ 33,5 bilhões à petroleira, sendo cerca de R$ 2 bilhões destinados a liquidação da dívida da transportadora com o BNDES. A Petrobras ainda vai ficar com participação acionária de 10% no negócio. Além disso, a companhia anunciou que recebeu oferta de mais de US$ 1 bilhão para a venda dos polos de Enchova e Pampo, na Bacia de Campos. A transação, entretanto, ainda será analisada pela própria Petrobras e por órgãos competentes. Os papéis da companhia devem responder de forma positiva ao longo do pregão hoje.
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Comgás (CGAS5) propõe redução de capital – Em assembleia agendada para o próximo dia 1° de julho, os acionistas da companhia devem avaliar uma proposta de redução de capital de R$ 1,5 bilhão, sem cancelamento de ações. Caso aprovada, o capital social da companhia vai sair de R$ 2 bilhões para R$ 536 milhões, com restituição de R$ 11,32 por ação (o equivalente a um yield de quase 15%). Segundo a administração, "o capital social atual é excessivo para o normal desenvolvimento dos negócios", o que justifica a redução. Cabe lembrar que atualmente a Cosan (CSAN3) detém o controle da Comgás, com 97,3% das ações.
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Disputa segue acirrada entre Centauro (CNTO3) e Magazine Luiza (MGLU3) – A Centauro elevou mais uma vez a sua oferta pela Netshoes, dessa vez o valor é de US$4,10 por ação. Lembrando que a assembleia de acionistas da Netshoes está marcada para hoje. O board da Netshoes reforçou a sua recomendação em favor da proposta da Magalu, mas destacou a falta de tempo para analisar a proposta da Centauro. Vale reforçar que pelo acordo fechado com a Magazine Luiza, a Netshoes não poderia adiar a assembleia sem o consentimento da Magalu.
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Bons negócios
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