Entre pequenos e médios lojistas virtuais, 7 em 10 vendem via WhatsApp

Redes sociais são usadas por 71% dos brasileiros como fonte de informação.

O WhatsApp é um dos aplicativos mais utilizados pelos brasileiros. O aplicativo de mensagens tem 120 milhões de usuários ativos no Brasil e 1,5 bilhão no mundo. Na tarde do último dia 4, o aplicativo, assim como outros dispositivos do Grupo Facebook, mostraram instabilidade no mundo todo, deixando o canal de comunicação fora do ar.

A empresa assumiu que o problema foi global e, somente após 6 horas, os aplicativos voltaram a funcionar. Colaboradores e profissionais das redes sociais também notaram dificuldade em trabalhar. Os três aplicativos também enfrentaram instabilidade em junho passado, durante cerca de duas horas e meia. Na ocasião, o Facebook afirmou que a falha havia sido causada por um ajuste de configuração.

De acordo com levantamento da plataforma Loja Integrada, cerca de 75% dos pequenos e médios lojistas usam o aplicativo como canal direto de vendas com seus clientes – além da loja virtual. Além disso, quase 68% dos lojistas da Loja Integrada afirmam usar o Whatsapp como principal ferramenta de atendimento ao cliente, seguido pelo Instagram (15%) e do e-mail (5,6%). A pesquisa foi realizada com 3.060 lojistas virtuais de todo o país durante o mês de maio e junho de 2021 por meio de questionário na internet.

Já estudo da Kaspersky, em parceria com a empresa de pesquisa Corpa intitulado “Infodemia e os impactos na vida digital” apontou que sete em cada d10 (71%) internautas brasileiros, entre 20 e 65 anos de idade, recorreram a redes sociais para se informar nos últimos 12 meses. As mulheres (72%) têm uma ligeira preferência pelas plataformas em comparação com os homens (70%) no Brasil.

Segundo o levantamento, as redes sociais foram criadas para ajudar a conectar pessoas, mas tornaram-se rapidamente a porta de entrada para o acesso à informação, pois os internautas podem seguir tanto os veículos quanto os perfis de criadores de conteúdo que eles gostam para receber suas novidades no feed de notícias. E é este comportamento que o estudo da Kaspersky mostra ao confirmar que 83% dos brasileiros cuidaram da saúde embasados em informações que leram nas redes sociais. Além disso, 88% disseram que utilizaram as redes sociais para manterem-se informados sobre o funcionamento de serviços (públicos e comerciais) durante a pandemia, tendência que não passou despercebida por fraudadores e cibercriminosos.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigos Relacionados

ONU: 274 milhões precisarão de ajuda e proteção de emergência em 2022

Moçambique é único lusófono coberto na resposta a 63 países.

Posse de Mendonça no STF será no próximo dia 16

Bolsonaro o classificou como 'terrivelmente evangélico'.

Varejo paulista projeta alta de 5% das vendas no período natalino

Comércio deve atingir R$ 91 bilhões em vendas no mês.

Últimas Notícias

Contração seguida do PIB configura recessão técnica

A quinta-feira foi marcada pela repercussão dos dados divulgados sobre o Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos...

Renova Energia fecha negócio da Brasil PCH

A Renova Energia, em recuperação judicial, concluiu nesta quinta-feira a venda de sua posição majoritária na Brasil PCH, sociedade que reúne 13 usinas de...

ANP aprova novas regras para firmas inspetoras de combustíveis

A Diretoria da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou nesta quinta-feira (02) a resolução que revisa os requisitos necessários para...

Dia de alta para Petrobras e Braskem

A quinta-feira foi um dia de propensão a risco. “Tivemos uma alta bastante expressiva de alguns papéis na bolsa como Petrobras e Braskem. A...

B3 faz leilão do Fundo de Investimentos da Amazônia

Dia 16 de dezembro, a B3 realizará o leilão de valores mobiliários integrantes da carteira de ações do Fundo de Investimentos da Amazônia (Finam),...