Equador: Não haverá contagem rápida no domingo de eleições

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Andrés Arauz (foto de Santiago Armas, Xinhua)
Andrés Arauz (foto de Santiago Armas, Xinhua)

O resultado da eleição presidencial no Equador, deste domingo, não será divulgado por contagem rápida, segundo o Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

Segundo o órgão, os tempos são menores, pois o processamento dos autos no sistema de informática levará menos tempo do que no primeiro turno, visto que se trata apenas de uma votação com dois candidatos e não com 16. Dessa forma, o CNE resolveu não emitir o resultado da contagem rápida.

Pesquisas apontam que Andrés Araúz, da União pela Esperança, lidera todas as pesquisas de opinião com 34% a 37% das intenções de voto, já o banqueiro Guillermo Lasso, do aliança Creo, tem de 27% a 30%.

Começou a eleição

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O CNE inaugurou, nesta sexta-feira, a segunda votação antecipada do segundo turno presidencial com a modalidade Voto em Casa, pela qual 653 idosos e deficientes físicos estão habilitados a custear.

Desde às 7 horas da manhã, hora local, as autoridades eleitorais acompanharam este processo que visa facilitar o voto dos eleitores com 75% de deficiência e com mais de 50 anos.

A presidente da CNE, Diana Atamaint, explicou que 323 homens e 330 mulheres estavam inscritos para votar em suas casas, e o fizeram seguindo estritos protocolos de biossegurança devido à pandemia covid-19.

Os dirigentes eleitorais foram até 173 locais em todo o país, nos quais participaram no funcionamento desta modalidade de votação 865 dirigentes das 24 delegações provinciais.

Paralelamente, o CNE garante o direito de voto às pessoas com deficiência neste domingo, 11 de abril, com a instalação de 385 mesas de serviço preferencial distribuídas por 4.276 assembleias de voto.

Foram impressas para eleitores com deficiência visual 8.270 cédulas em Braille.

Ao meio-dia desta sexta-feira começou a lei seca que se estenderá até depois do dia das eleições de domingo, junto com o silêncio eleitoral após o encerramento da campanha dos candidatos presidenciais na tarde da última quinta-feira.

De acordo com os regulamentos eleitorais, as violações da lei seca que proíbe a venda e o desperdício de álcool acarretam uma multa de 50% do salário-base ($ 200).

O primeiro dia antes da votação ocorreu na quinta-feira em 39 presídios, nos quais 8.307 presos foram autorizados a votar.

Neste domingo, mais de 13 milhões de equatorianos são chamados às urnas no país e em representações no exterior, onde mais de 410 mil eleitores podem exercer seu direito, de escolher entre dois candidatos presidenciais: o correista Andrés Arauz e o conservador Guillermo Lasso.

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