EUA: consumidor entre 18 a 34 anos é quem mais compra pela internet

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Relatório de Bens de Consumo Conectados de 2016 (“2016 Connected Consumer Goods Report), realizado pela Salesforce, pesquisou 2.095 adultos a partir dos 18 anos para compreender como pesquisam, compram e se comunicam com marcas de bens de consumo.
Segundo o levantamento, as mudanças nas expectativas dos clientes de todas as gerações estão forçando marcas e varejistas a se reinventarem, indo além de simplesmente vender produtos e passando a oferecer experiências atraentes e personalizadas por meio do envolvimento direto com os consumidores. Tecnologias como mídias sociais, aplicativos móveis, anúncios virtuais e sites de comparação estão aumentando oportunidades e complexidade ao modo como as empresas se envolvem com seus clientes. O estudo da Salesforce descobriu que as marcas que conseguem compreender os clientes, se conectar e interagir com eles de maneira personalizada estão mais perto do sucesso.
Apesar da facilidade de uso e dos preços mais baixos para compras virtuais, os consumidores preferem comprar em lojas físicas, principalmente por causa do atendimento. A maioria dos compradores de bens de consumo (55%) dizem que encontram os melhores preços quando compram um produto em uma loja somente virtual. Mas, quando se trata de atendimento ao cliente, 53% afirmam ter a melhor experiência em uma loja física, em comparação com apenas 22% que dizem ter a melhor experiência em uma loja virtual. Existe aqui um conflito de gerações, porque 63% dos “baby boomers” (+ de 55 anos) preferem comprar em lojas físicas se os preços forem os mesmos, em comparação com 40% da Geração Y, também conhecidos como Millenials (18 a 34 anos).
Empresas de bens de consumo precisam compreender as diferenças entre gerações ao determinarem os canais ideais de marketing. A Geração Y é cinco vezes mais propensa a confiar em interações na mídia social quando pesquisam uma marca (25%) do que os “baby boomers” (5%); 69% dos adultos que adquiriram um bem de consumo nos últimos 12 meses se valem de avaliações virtuais de produtos para pesquisarem sobre um produto antes de comprar; 45% dos compradores reagem negativamente a anúncios virtuais ou promoções em suas redes sociais de uma marca ligada a algo que acabaram de procurar virtual, por acharem que é invasivo (61%), chato ou interrompe o que estão tentando fazer (57%), ou não querem seus feeds cheios de anúncios (56%). As marcas e os varejistas que colocam anúncios em sites e redes sociais teriam melhores resultados se focassem na Geração Y, já que apenas 38% dos compradores mais jovens têm uma reação negativa a tais anúncios virtuais.
A Geração Y é mais propensa (44%) a participar de programas de fidelidade à marca do que os “baby boomers” (26%). A Geração Y também é mais propensa a elogiar ou reclamar publicamente uma marca (49% e 33%, respectivamente) do que os “baby boomers” (32% e 22%, respectivamente).
Os compradores mais jovens de bens de consumo preferem que as marcas compreendam as suas preferências pessoais com base no histórico de compras anteriores (75%), em comparação com apenas 48% dos compradores das gerações mais velhas; 41% dos componentes da Geração Y estariam dispostos a compartilhar suas informações pessoais com uma marca em troca de um serviço mais personalizado e descontos, em comparação com apenas 22% dos “baby boomers”.
– Um número significativo de empresas de bens de consumo tradicionais acredita que o momento da venda é o ponto culminante da relação com o cliente. Essa é uma abordagem considerada míope na atual economia do “cliente em primeiro lugar” – disse Cindy Bolt, vice-presidente sênior da Salesforce para Indústrias, Fabricantes e Bens de Consumo.
Segundo ela, “com tudo e todos conectados, as empresas que aproveitarem a tecnologia para irem além da venda, oferecendo uma experiência perfeita e construindo relacionamentos mais fortes, terão sucesso e também atrairão clientes para a vida toda”.
Esta pesquisa foi realizada pela internet para a Salesforce dentro dos EUA pela Harris Poll a partir de 9 de maio de 2016, com 2.095 adultos de 18 anos de idade ou mais (1.988 bens de consumo adquiridos nos últimos 12 meses). Como esta pesquisa virtual não é baseada em uma amostra probabilística, não pode ser calculada qualquer estimativa de erros de amostragem teórica.

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