EUA preocupados com chineses da EDP Renováveis

Norte-americanos veem risco à segurança nacional.

Acredite se Puder / 18:04 - 13 de fev de 2020

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A preocupação do governo norte-americano com o crescimento da EDP Renováveis, subsidiária da Energias de Portugal no país, é por causa da participação chinesa na empresa. Danny Brouillette, secretário de Estado da Energia dos Estados Unidos, classificou a companhia portuguesa de empresa fantástica e que, em muitos aspectos, lidera o setor de geração de energia e gostaria de ver empresas norte-americanas investindo nela, como forma de evitar que o investimento chinês cause problemas.

O secretário norte-americano, enfatizou segundo a Bloomberg, que “a abordagem chinesa é literalmente roubar propriedade intelectual, o que é um risco para a rede de eletricidade dos Estados Unidos ou para a defesa nacional. O Governo da China está presente no capital da EDP através da China Three Gorges, que detém uma participação de 23,7% na elétrica portuguesa, posição adquirida em 2012, por € 2,69 bilhões.

 

Resultados do BB foram positivos

Para os analistas do Credit Suisse, a leitura preliminar dos resultados do Banco do Brasil indica como positivos os números registrados no quarto trimestre e guidance para 2020 como positivos. E o ponto médio deste último revela que haverá um crescimento de 9% no lucro líquido deste ano, patamar que representará uma das melhores performances entre os grandes bancos. “A composição da receita ficou acima do esperado com maior contribuição de margem financeira e queda em outras despesas”, afirmam os analistas.

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 4,6 bilhões no quarto trimestre, 1,8% maior que o do trimestre anterior e 20,3% acima ao registrado em igual período do ano passado. Frente o terceiro trimestre, o crescimento foi de 1,8%. No ano, o lucro avançou 32,1%, a R$ 17,8 bilhões em 2019. O lucro líquido do BB ficou acima das expectativas dos economistas ouvidos pela agência Bloomberg.

 

AIE reduz projeções na demanda por petróleo

A demanda global por petróleo deverá cair nos primeiros três meses do ano. Essa será a primeira queda trimestral em mais de uma década, de acordo com a previsão da Agência Internacional de Energia, que culpou uma provável desaceleração econômica na China relacionada ao novo surto de coronavírus. A AIE também reduziu a previsão de crescimento da demanda para 365.000 barris por dia neste ano, com diminuição de 30% em relação à previsão feita em janeiro. E também alertou para a queda de 435.000 barris por dia na demanda de petróleo neste período.

Enquunto isso, a cotação do barril de petróleo continua caindo. Ontem, em Londres, a do Brent sofreu redução de 0,75% para US$ 55,37, enquanto em Nova York, a do West Texas Intermediate baixou 0,41% para US$ 50,96.

 

Miami Herald’ pede proteção contra falência

A McClatchy Co. editora do Miami Herald, Sacramento Bee, Kansas City Star e muitos outros jornais entrou, nesta quinta-feira, com o pedido de proteção no Tribunal de Falências, em Nova York. A empresa se reestruturará com base no capítulo II para resolver as pressões das principais obrigações com pensões, dívidas e com o declínio dos negócios

 

Bom senso retorna e Moura Dubeux cai

Parece que o bom senso voltou a imperar, e as ações da construtora Moura Dubeux estrearam na bolsa brasileira registrando baixa superior a 5% e foram cotadas a R$ 18. Os investidores querem saber como apenas 10% do IPO será utilizado no capital de giro e na aquisição de terrenos.

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