A Resolução 4.051, do Banco Central do Brasil, de 26 de janeiro último, publicada, na edição de terça-feira, 7/2, do Diário Oficial da União, a Portaria 26 do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), relaciona os serviços passíveis de concessão de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) e do Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE) para as exportações de serviços. A medida representa uma ampliação significativa em relação ao que estava previsto até então no Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI) e faz parte da estratégia do Mdic para aumentar as exportações do setor.
“Em conjunto com o Banco Central, a Receita Federal e demais parceiros públicos e privados, estamos fortalecendo várias estruturas de competitividade do setor de Serviços do Brasil. O novo leque mais amplo de segmentos de serviços contemplados nos ACCs e ACEs reflete a maturidade nacional em serviços transacionáveis com clientes estrangeiros e ajuda a alavancar maiores exportações destas cadeias produtivas”, disse o secretário de Comércio e Serviços do Mdic, Humberto Ribeiro. Mais informações: www.mdic.gov.br
China é o principal parceiro
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou o resultado da Balança Comercial do Agronegócio. Os números, apurados em janeiro de 2012, mostram que o principal parceiro comercial brasileiro permanece sendo a China, com a cifra de US$ 388,8 milhões em exportações do agronegócio e 8% de participação no total exportado pelo setor no primeiro mês deste ano. Esses números representaram um crescimento das vendas em relação ao mês de janeiro de 2011 da ordem de 51,6% para o país asiático, além de um aumento da participação chinesa nas exportações agrícolas brasileiras de três pontos percentuais.
O segundo principal país a importar os produtos do agronegócio do Brasil foram os Estados Unidos, com um valor de US$ 388,2 milhões e participação de 8%, seguidos pelos Países Baixos (US$ 320,6 milhões) e Alemanha (US$ 242,4 milhões).
Países árabes, segundo maior destino
Os países árabes são o segundo maior destino das exportações do agronegócio brasileiro. No ano passado, as vendas externas do setor para aquela região do mundo somaram US$ 10,87 bilhões, o que corresponde a 11,5% da receita gerada pelas vendas externas do agronegócio para 202 nações. Em 2011, as exportações de nossos produtos agropecuários para o mundo geraram uma receita de US$ 94,591 bilhões. “É um mercado fantástico para o agronegócio, pois certamente as vendas de nossos produtos agropecuários para aquela região irão continuar crescendo. Hoje as exportações do setor para os 22 países árabes é mais expressiva, por exemplo, do que nossas vendas para os países do Mercosul”, revela o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues.
Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) mostram que, no ano passado, os países do Mercosul importaram da cadeia produtiva do agronegócio brasileiro US$ 2,53 bilhões. Ou seja, U$$ 8,34 bilhões a menos do que os árabes compraram do Brasil, no mesmo período. Considerando os países árabes como bloco econômico, observa-se também que suas importações foram maiores que as efetuadas pelos países da Europa Ocidental, Oceania e Nafta.
Crescem vendas de carne suína
As exportações brasileiras de carne suína aumentaram 8,47% em toneladas e 4,08% em valor, em janeiro, na comparação com igual período de 2011. O Brasil embarcou 37.756 toneladas e obteve uma receita de US$ 96, 82 milhões. Houve uma queda do preço médio de 4,05%. O ano começou com Hong Kong despontando como principal destino da carne suína brasileira – absorveu quase 37% das exportações em janeiro. A Rússia despencou para o 6º destino, atrás de Hong Kong, Ucrânia, Argentina, Angola e Singapura.
Presidente da Francal na BioFach 2012
Dando prosseguimento à extensa agenda de compromissos internacionais, o presidente da Francal Feiras, Abdala Jamil Abdala, desembarca nos próximos dias em Nuremberg, Alemanha, onde acontece a BioFach 2012, entre os dias 15 e 18 de fevereiro. Abdala e a gerente de Negócios Internacionais da promotora, Lúcia Cristina de Buone, visitarão a maior feira de orgânicos do mundo para divulgar a Bio Brazil Fair – Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia, que a Francal Feiras realiza há oito anos em São Paulo.
Criado o programa Lux Export
A Associação Brasileira da Indústria de Iluminação(Abilux) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) assinaram convênio de cooperação técnica e financeira para inserir a indústria de iluminação brasileira no cenário internacional. Com investimentos previstos de aproximadamente R$ 3,7 milhões para os próximos dois anos, o Lux Export, programa de exportação do setor de iluminação, realizará ações promocionais no exterior e de auxílio às empresas na formação, adequação e qualificação dos seus produtos.
Antonio Pietrobelli
[email protected]
















