Exterior avesso ao risco pode limitar avanço de negócios locais

Mercados estão na esperança de votação da proposta de resolução sobre a guerra entre Israel e Hamas, do Conselho de Segurança da ONU

358
Prédio da ONU (foto de divulgação)
Prédio da ONU (foto de divulgação)

Nesta quarta-feira, os mercados estão na esperança de votação da proposta de resolução sobre a guerra entre Israel e Hamas, do Conselho de Segurança da ONU. No Brasil, a agenda econômica conta com os dados do setor varejista, enquanto o mercado deve monitorar Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, em dois eventos. No exterior, os olhares se direcionam para as falas de cinco dirigentes do Federal Reserve, bem como para o Livro Bege e para a esteira de balanços corporativos, com destaque para o do Morgan Stanley e da Netflix.

Nos negócios locais é esperado que o dia seja de maior aversão ao risco, em linha com o que é observado no exterior. No entanto, os juros das treasuries recuam no exterior, o que pode ser benéfico para os ativos locais. No câmbio, o dólar opera em leve alta contra pares do real, o que pode nos trazer algum alívio.

Lá fora, os contratos futuros de petróleo operam no positivo, em alta próxima a 3%, ao passo que o dólar perde força ante principais moedas. Em Nova Iorque, os índices futuros acionários operam no vermelho nesta manhã, assim como as principais Bolsas do continente europeu. Por fim, na Ásia as Bolsas fecharam sem direção única nesta quarta-feira.

O contrato futuro de dólar fechou o dia ontem novamente em queda, tocando nas médias móveis de 20 e de 200 períodos, em um dia de forte volume de negociação. Contudo a moeda devolveu boa parte do movimento de queda, fechando ainda superior à média de preços de fechamento dos últimos 200 períodos.

Espaço Publicitáriocnseg

.

Travelex Bank

Leia também:

Siga o canal \"Monitor Mercantil\" no WhatsApp:cnseg

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui