Exterior misto deve acrescentar volatilidade nos negócios locais

Nesta quarta, dólar também ganha força ante moedas emergentes e ligadas a commodities, o que deve pressionar o real.

Nesta quarta-feira as atenções ficam direcionadas para a agenda internacional, com a ata da última reunião da política monetária do Federal Reserve, além do PMI de serviços do S&P Global, ISM de Chicago e dois índices de atividade econômica de junho nos EUA.

No mercado local, é esperado que a volatilidade nos negócios aumente em função da falta de direção única no mercado externo, contudo, os temores de recessão que motiva cautela nos investidores americanos podem limitar uma possível melhora no Ibovespa. O dólar também ganha força ante moedas emergentes e ligadas a commodities, o que deve pressionar o real. Nos juros devem repercutir a tentativa de recuperação do petróleo e a inversão da curva das treasuries, com o T-Note de dois anos subindo enquanto o T-Note de 10 anos cai marginalmente.

Nos mercados globais, os contratos futuros de petróleo recupera parte dos prejuízos. Em Nova Iorque, os índices futuros acionários operam em alta moderada, porém com alta volatilidade, após um dia marcado por retorno dos temores relacionados à uma possível recessão global, que repercutiram no mercado à vista. A curva de juros das treasuries mudou a direção, com os juros para dois anos em alta ao passo que os rendimentos para 10 anos caíram levemente. O índice DXY, que compara o dólar com as seis principais divisas, também sobe, indicando força da moeda americana. Na Europa as principais Bolsas também operam em alta, após dia de queda relevante em função de temores com possível recessão global. Já na Ásia as Bolsas fecharam majoritariamente em queda nesta quarta-feira, com investidores reagindo a novos temores com a pandemia na China.

Travelex

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