Como forma de estimular a economia brasileira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou nesta quinta-feira que o governo vai liberar dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do Programa de Integração Social (PIS). O presidente Bolsonaro e Guedes repetem o que fez a dupla Temer e Meirelles e sabem que isto não vai funcionar. O que sobrou nas contas do FGTS e do PIS não tem poder para alcançar o objetivo. O pior é que, novamente, os banqueiros vão se dar bem. Afinal, outra vez, uma parte do dinheiro vai ser usado para pagar dívidas.
Além disso, a medida vai afetar fortemente o financiamento da construção, pois Guedes chega a falar em liberar todo o FGTS, inclusive de contas ativas.
A medida, entretanto, ainda segue em estudo, e só deve ser implementada após a eventual aprovação da reforma da Previdência. “Nós temos que começar pelas coisas mais importantes”, disse Guedes.
“As coisas devem se acelerar nas próximas três ou quatro semanas”, disse o ministro, em referência à tramitação da reforma da Previdência no Congresso.
Hoje, o saque nas contas ativas do FGTS só é permitido em situações específicas, como no caso do trabalhador ser demitido sem justa causa ou se for para utilizar os recursos na aquisição de casa própria.
















