Fluxo de clientes no varejo físico cresce 1,9% em maio

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De acordo com o Índice Seed de Varejo (ISV), levantamento realizado pela Seed, o fluxo de visitantes cresceu 1,9% em maio, comparado ao mês de abril. Este crescimento ocorreu principalmente pela maior movimentação do comércio de rua, que teve um aumento de 4,2% contra as lojas de shopping, que contribuíram com somente 0,90%.
O aumento no fluxo ocorreu em função dos Dia das Mães, a data mais esperada do comércio após o Natal. Porém, o bom desempenho do fluxo não resultou em aumento nas vendas. De acordo com a Cielo, o mês de maio apresentou a maior variação negativa de vendas, – 6,1% comparativamente a maio de 2015. Além dos fatores desfavoráveis que o Brasil apresenta, como alta na inflação, alto índice de desemprego e inadimplência, o fato do feriado de Corpus Christi ter ocorrido também maio, contribuiu para o resultado negativo.
O índice, que analisa o fluxo de pessoas em lojas de rua e shopping, é calculado automaticamente por meio da ferramenta da Seed implantada em seus clientes. A tecnologia da empresa, que conta com sensores de contagem de pessoas nas entradas dos estabelecimentos, permite uma série de analises baseadas na contagem de pessoas que entram nas lojas. Os números apresentados no levantamento são a consolidação das informações dos clientes agrupados entre lojas de shoppings e lojas de rua, apresentando informações consolidadas sobre eletroeletrônicos, perfumaria, brinquedos, ótica, moda e artigos esportivos.
Por meio da contagem de pessoas, é possível identificar os períodos com maior e menor movimento ao longo dos dias e horários. A ferramenta calcula informações como: número de visitantes por hora, horários de pico e baixa e faz a comparação de fluxo analisando os períodos.

Demanda do consumidor por crédito cresce 5,0% em maio, aponta Serasa Experian
Já de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, a quantidade de pessoas que buscou crédito em maio de 2016 cresceu 5,0% em relação ao mês imediatamente anterior (abril de 2016). Em comparação com o mesmo mês do ano passado, a procura por crédito cresceu 2,1%. No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, a demanda do consumidor por crédito avançou 2,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
Para os economistas da Serasa Experian, o movimento positivo da busca por crédito em maio de 2016 foi estimulado pela ocorrência do Dia das Mães, considerado pelos varejistas como o Natal do primeiro semestre. Todavia, o avanço em relação ao mês de maio do ano passado foi pequeno devido às condições mais restritivas de crédito neste ano de 2016.
Na comparação com abril de 2016, a alta na demanda do consumidor por crédito em maio de 2016 foi de 5,0% para os que ganham até R$ 500 mensais e de 5,1% para os que recebem entre R$ 500 e R$ 1.000 por mês. Para as demais faixas de renda, os avanços em maio de 2016 foram de: 5,1% para renda entre R$ 1.000 e R$ 2 mil; 4,8% para a faixa de R$ 2 mil a R$ 5 mil mensais; 4,9% para os que recebem entre R$ 5 mil e R$ 10 mil por mês; e 4,8% para aqueles que ganham mais de R$ 10 mil mensais.
No acumulado dos primeiros cinco meses de 2016, com exceção da faixa de menor renda (com queda de 1,7%), a busca do consumidor por crédito subiu em todas as demais faixas de renda em relação ao mesmo período de 2015: consumidores com renda mensal entre R$ 500 e R$ 1.000 (2,0%); renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 2 mil (3,5%); renda mensal entre R$ 2 mil e R$ 5 mil (3,8%); renda mensal entre R$ 5 mil e R$ 10 mil (3,8%) e renda mensal maior que R$ 10 mil (3,3%).
Em maio de 2016, quando comparado com abril de 2016, houve crescimentos na procura do consumidor por crédito em todas as regiões do país: Sudeste (6,2%); Nordeste (5,0%); Centro-oeste (4,3%); Sul (2,8%); Norte (2,6%). No acumulado dos primeiros cinco meses de 2016, as demandas dos consumidores por crédito avançaram 5,0% na Região Sul, 3,9% no Sudeste e 2,9% no Centro-oeste. Na direção contrária estão as regiões Norte e Nordeste com quedas acumuladas de 2,4% e 2,5% nos cinco primeiros meses de 2016 na comparação com o período de janeiro a maio do ano passado.

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