FMI eleva previsão de alta do PIB da China em 2024 para 5%

Missão do FMI na China destacou 'forte crescimento do PIB no 1º trimestre de 2024' e revisou para 5% alta da economia

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Foto de drone mostra pessoas trabalhando em uma fábrica de autopeças na cidade de Liuyang, Província de Hunan, no centro da China, em 1º de fevereiro de 2024
Foto de drone mostra pessoas trabalhando em uma fábrica de autopeças na cidade de Liuyang, Província de Hunan, no centro da China, em 1º de fevereiro de 2024. (Xinhua/Chen Zeguo)

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou sua previsão para o crescimento do PIB da China em 2024 para 5%, ante a projeção de abril de 4,6%, disse na quarta-feira a primeira vice-diretora-gerente do FMI, Gita Gopinath. Ela fez as observações numa coletiva de imprensa em Beijing, depois que uma equipe do FMI visitou a China de 16 a 28 de maio para a Consulta do Artigo IV de 2024.

A revisão foi “impulsionada por um forte crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2024 e por medidas políticas recentes”, disse Gopinath aos jornalistas. “O governo chinês concentrou-se apropriadamente em abordar as vulnerabilidades no setor imobiliário, nas dívidas dos governos locais e nas instituições financeiras menores”, observou ela.

De acordo com a executiva do FMI, o desenvolvimento econômico da China ao longo das últimas décadas tem sido notavelmente impulsionado por reformas orientadas para o mercado, pela liberalização do comércio e pela integração nas cadeias de abastecimento globais.

“A China desempenha um papel importante e construtivo no apoio à reestruturação da dívida em países de baixo rendimento e vulneráveis e na promoção da transição verde. O Fundo espera continuar a cooperação com as autoridades (chinesas) a este respeito”, disse ela.

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O FMI afirmou, em um comunicado na terça-feira, que, durante a visita à China, a sua equipe manteve “discussões construtivas” com funcionários do governo, representantes do setor privado e acadêmicos para trocar opiniões sobre perspectivas econômicas, riscos, progressos nas reformas e respostas políticas.

Agência Xinhua

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