Fusões e aquisições com chinesas no Brasil foram estáveis no semestre

País ficou em 10º lugar entre os que mais concretizaram transações no nosso território.

Conjuntura / 14:46 - 17 de set de 2020

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O número de operações de fusões e aquisições envolvendo empresas chinesas no Brasil se manteve estável no primeiro semestre de 2019 com relação ao mesmo período deste ano. Nesses períodos, foram concretizados, respectivamente quatro negócios. Por outro lado, em 2019, o percentual da participação chinesa representava 2% do total de negócios fechados (203) em janeiro a junho enquanto este ano foi de 2,8% do total de 141 operações. Os dados são da pesquisa de fusões e aquisições realizada pela KPMG, trimestralmente.

Segundo a pesquisa, este ano, as fusões e aquisições no Brasil tiveram a participação de empresas de 26 nacionalidades. A China ficou em 10º lugar entre os países que mais concretizaram transações no Brasil. Das quatro operações envolvendo a China, de janeiro a junho, todas se referiam à entrada de capital no país com a compra pelos chineses de ativos brasileiros e até mesmo estrangeiros estabelecidos no Brasil.

"Apesar de o número de transações ter se mantido estável, a participação das chinesas aumentou frente ao número total de operações realizadas no país. São números que confirmam que o Brasil é um parceiro estratégico para a China", analisa o sócio da KPMG e líder do Chinese Desk no Brasil e América do Sul, Davi Wu.

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