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Início Acredite se Puder Gerdau, Belgo-Mineira e Barra Mansa podem pagar elevada multa

Gerdau, Belgo-Mineira e Barra Mansa podem pagar elevada multa

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O Cade continua nesta quarta com o julgamento da formação de cartel dos vergalhões de aço por parte das siderúrgicas Gerdau, Belgo-Mineira e Barra Mansa, do grupo Votorantin. Sobre essas empresas pesa a acusação de aumento de preços em percentuais iguais e nas mesmas  datas, o que configura a cartelização e pode resultar em multa de até 30% dos respectivos faturamentos. No dia 31 de agosto, a apreciação desse caso foi interrompida apenas 30 minutos após o início, depois que a Gerdau alegou cerceamento de defesa nas investigações sobre o cartel apresentado e obteve uma liminar do desembargador Fagundes de Deus, conseguindo a paralisação
Como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica conseguiu cassar o instrumento e a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, depois da análise, também apresentou parecer desfavorável às siderúrgicas, tudo indica que os três grupos vão receber punição exemplar. As siderúrgicas Gerdau, Belgo-Mineira e Barra Mansa são as únicas fabricantes brasileiras de vergalhões de aço, o que motivou a acusação de cartelização feita pelos sindicatos da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) e das Empresas de Compra e Venda de Imóveis (Secovi) e pela Associação Mineira dos Distribuidores de Aço (Amida).

Pão de Açúcar menos interessante?
Os analistas da Fator Corretora reduziram o preço-alvo das ações da CBD, depois da atualização das projeções para esses títulos com as incorporação das vendas do primeiro semestre; as mudanças que ocorreram na empresa pelo acordo com o Grupo Casino, e uma possível melhora para o segundo semestre com a provável queda das taxas de juros. Apesar disso, os técnicos da instituição continuam a considerar como atraentes os papéis da companhia. E reduziram de R$ 80,54 para R$ 72,98 o preço-alvo do lote de mil ações preferenciais. A explicação? Forma para refletir uma visão menos otimista do que a anterior para o crescimento da CDB.

Boeing e Lockheed podem ter problemas
Um plano para combinar as operações de foguetes espaciais das empresas norte-americanas Boeing Co. e Lockheed Martin Corp. encontrou inesperadas barreiras financeiras e políticas. Apesar de as duas fornecedoras de equipamentos para o Exército dos Estados Unidos continuarem comprometidas com a joint venture, novos problemas surgem, como a falta de apoio da Força Aérea norte-americana e os desacordos entre os dois participantes em relação a certos custos de desenvolvimento.

Aprovada fusão de empresas de baixo custo
Os acionistas da America West Holdings Corp. aprovaram a fusão com a concordatária US Airways Group Inc. Cerca de 95,5% do capital votante da companhia aérea norte-americana concordou com a transação, que deverá ser concluído até o final do mês. Assim, surgirá a maior empresa de vôos de baixos custos nos Estados Unidos, que vai se chamar de US Airways e reduzirá a frota para apenas 60 aeronaves, com a finalidade de economizar custos.

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