Gol aposta na volta do jato 737 MAX para abril

A Boeing disse que está trabalhando para resolver um novo problema de software.

Mercado Financeiro / 22:36 - 21 de jan de 2020

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A Gol espera retomar os voos com o jato 737 MAX da Boeing até abril e garantir um acordo de compensação dentro de alguns meses, afirmou a jornalistas o vice-presidente financeiro, Richard Lark, nesta terça-feira. A Gol tem 130 aeronaves 737 MAX da Boeing. Modelo que está proibido de voar há dez meses devido a dos acidentes ocorridos, um em outubro de 2018, e outro em março de 2019.

Nós da Gol estamos planejando abril” para o retorno do avião, afirmou Lark a jornalistas. Ele disse que espera finalizar um acordo com a Boeing nos próximos meses que compensará os investidores por perdas associadas aos atrasos nas entregas.

As informações publicadas nos últimos dias sobre a volta do jato 737 MAX não mostram exatidão. Na semana passada, por exemplo, a Boeing anunciou que está trabalhando para resolver um novo problema de software descoberto há alguns dias durante uma revisão técnica da proposta de atualização dos sistemas do jato 737 MAX.

Estamos fazendo as atualizações necessárias”, afirmou a Boeing. Autoridades de aviação disseram que o problema é relacionado a uma função de inicialização que verifica se alguns sensores de monitoramento têm sido carregados corretamente.

Em dezembro passado, após meses afirmando a volta do modelo 737 MAX este ano, a Boeing, finalmente, reconheceu que a aeronave, de sua fabricação, não voltaria operar até 2020, depois que o órgão regulador aéreo dos Estados Unidos pediu à empresa que fosse mais realista sobre a situação do modelo. A aeronave está proibida de decolar devido a dois acidentes que deixaram 346 mortos.

Na ocasião, a Boeing publicou uma declaração na qual indicou que trabalharia com a FAA para “cumprir seus requisitos e prazos” e que garantiria um retorno seguro desse modelo para 2020. A fabricante foi acusada pelo órgão regulador de seguir “um calendário de retorno ao serviço (dos modelos 737 MAX) pouco realista considerando os repetidos atrasos por várias razões”. Além disso, algumas posições públicas (da empresa) poderiam dar a impressão de querer obrigar a FAA a atuar mais rapidamente.

 

Resultados

 

A conferência de resultados do 4° trimestre de 2019 da Gol está marcada para 20 de fevereiro. Os números do 3° trimestre foram divulgados em 31 de outubro, quando a Gol registrou prejuízo líquido antes da participação minoritária de R$ 171,1 milhões, uma queda de 60,5% em relação ao mesmo intervalo de tempo do ano passado, quando havia apresentado prejuízo de R$ 433,1 milhões.

Já o prejuízo líquido após participação minoritária recuou 54,6% no 3T19, para R$ 242 milhões.

A receita líquida trimestral foi de R$ 3,7 bilhões, crescimento de 28,3% frente ao terceiro trimestre de 2018. A Gol afirma o aumento ocorreu devido à receita dos passageiros (+29,5%).

A Gol espera retomar os voos com o jato 737 MAX da Boeing até abril e garantir um acordo de compensação dentro de alguns meses, afirmou a jornalistas o vice-presidente financeiro, Richard Lark, nesta terça-feira. A Gol tem 130 aeronaves 737 MAX da Boeing. Modelo que está proibido de voar há dez meses devido a dos acidentes ocorridos, um em outubro de 2018, e outro em março de 2019.

Nós da Gol estamos planejando abril” para o retorno do avião, afirmou Lark a jornalistas. Ele disse que espera finalizar um acordo com a Boeing nos próximos meses que compensará os investidores por perdas associadas aos atrasos nas entregas.

As informações publicadas nos últimos dias sobre a volta do jato 737 MAX não mostram exatidão. Na semana passada, por exemplo, a Boeing anunciou que está trabalhando para resolver um novo problema de software descoberto há alguns dias durante uma revisão técnica da proposta de atualização dos sistemas do jato 737 MAX.

Estamos fazendo as atualizações necessárias”, afirmou a Boeing. Autoridades de aviação disseram que o problema é relacionado a uma função de inicialização que verifica se alguns sensores de monitoramento têm sido carregados corretamente.

Em dezembro passado, após meses afirmando a volta do modelo 737 MAX este ano, a Boeing, finalmente, reconheceu que a aeronave, de sua fabricação, não voltaria operar até 2020, depois que o órgão regulador aéreo dos Estados Unidos pediu à empresa que fosse mais realista sobre a situação do modelo. A aeronave está proibida de decolar devido a dois acidentes que deixaram 346 mortos.

Na ocasião, a Boeing publicou uma declaração na qual indicou que trabalharia com a FAA para “cumprir seus requisitos e prazos” e que garantiria um retorno seguro desse modelo para 2020. A fabricante foi acusada pelo órgão regulador de seguir “um calendário de retorno ao serviço (dos modelos 737 MAX) pouco realista considerando os repetidos atrasos por várias razões”. Além disso, algumas posições públicas (da empresa) poderiam dar a impressão de querer obrigar a FAA a atuar mais rapidamente.

 

Resultados

 

A conferência de resultados do 4° trimestre de 2019 da Gol está marcada para 20 de fevereiro. Os números do 3° trimestre foram divulgados em 31 de outubro, quando a Gol registrou prejuízo líquido antes da participação minoritária de R$ 171,1 milhões, uma queda de 60,5% em relação ao mesmo intervalo de tempo do ano passado, quando havia apresentado prejuízo de R$ 433,1 milhões.

Já o prejuízo líquido após participação minoritária recuou 54,6% no 3T19, para R$ 242 milhões.

A receita líquida trimestral foi de R$ 3,7 bilhões, crescimento de 28,3% frente ao terceiro trimestre de 2018. A Gol afirma o aumento ocorreu devido à receita dos passageiros (+29,5%).

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