Governo Federal deixa Amazonas entregue à própria sorte

Ações para combater pandemia incluem apenas 55 respiradores e oito médicos.

O Governo Federal negou apoio logístico solicitado pela Associação Brasileira de Empresas e Diretores do Setor Funerário (Abredif) para adequar o estoque de urnas funerárias de Manaus à realidade de um aumento de 300% no número de óbitos, informa o presidente da entidade, Lourival Panhozzi.

A situação se agrava a cada minuto. O setor tem vários caminhões carregados de urnas a caminho de Manaus, contudo, esta viagem, que ocorre parte por via terrestre, parte por balsa, demanda vários dias”, alerta. O pedido da Abredif era para que, neste momento, fosse disponibilizado transporte aéreo, o que possibilitaria uma pronta reposição das urnas, até que as cargas vias terrestres chegassem.

Segundo a Associação, em resposta à solicitação o Governo Federal informou que “já adotou ações para minimizar os impactos do coronavírus no Estado do Amazonas, entre elas a entrega de 55 respiradores; 486 mil máscaras; 46.560 testes rápidos; e o envio de 29 profissionais da Força Aérea Nacional do SUS (oito médicos, 19 enfermeiros e dois fisioterapeutas).”

Chamou-nos a atenção que o número de respiradores ofertados pelo governo é menor que a metade do número de óbitos que estão ocorrendo; certamente, se pelo menos enviassem os equipamentos médicos na quantidade necessária, não necessitaríamos, nós funerários, de pedir apoio logístico para enviar urnas funerárias. Lamentamos este distanciamento da pauta do governo das reais necessidades da sociedade”, finaliza Panhozzi.

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