As importações de bens de Israel diminuíram 15,07% ano a ano em outubro, de acordo com dados divulgados pelo Departamento Central de Estatísticas do país nesta segunda-feira, afetadas pela Guerra na Palestina.
As importações totais de bens de Israel no mês passado totalizaram US$ 6,99 bilhões, abaixo dos US$ 8,23 bilhões registrados em outubro do ano anterior, segundo os dados.
As importações israelenses foram significativamente afetadas pelo conflito em curso que eclodiu entre o país e o Hamas em 7 de outubro, que teve um impacto geral na economia israelita.
O Ministério da Economia e Indústria de Israel afirmou que a situação de segurança provocou uma diminuição significativa do número de voos, dificultando a importação de uma gama diversificada de produtos. Acrescentou que devido ao conflito, os preços do transporte aéreo e marítimo de mercadorias aumentaram.
Na repartição dos grupos de mercadorias, a importação de matérias-primas em outubro diminuiu 28,2% em termos anuais, os bens de consumo, 15%, e os combustíveis, 8,9%.
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Pacientes em Gaza morrem sem oxigênio devido à Guerra na Palestina
Pelo menos 34 pacientes morreram no Complexo Médico Al-Shifa, em Gaza, como resultado do desligamento das máquinas de oxigênio causado por uma falta de combustível, disse o Ministério da Saúde, administrado pelo Hamas, nesta segunda-feira.
O Ministério disse em comunicado à imprensa que sete recém-nascidos estavam entre os mortos, acrescentando que era difícil evacuar pacientes e feridos do complexo médico, que está sitiado e sofre ataques frequentes do exército israelense na Guerra na Palestina.
O Complexo Médico Al-Shifa tem atualmente mais de 60 pacientes em suas unidades de terapia intensiva, mais de 40 bebês em sua enfermaria neonatal e mais de 500 pacientes em seu departamento de diálise renal, segundo o Ministério.
No início do dia, o porta-voz do ministério, Ashraf al-Qedra, disse em comunicado à imprensa que todos os hospitais no norte da Faixa de Gaza, com exceção do Hospital Al-Ahly, ficaram fora de serviço devido aos ataques israelenses e ao esgotamento do combustível.
Ele alertou que os pacientes em diálise poderiam morrer em poucas horas porque não poderiam ser tratados no hospital.
Agência Xinhua

















