Hypera revende parte dos remédios comprados da Takeda

Os analistas do Bradesco BBI consideraram a operação como positiva.

Acredite se Puder / 19:49 - 18 de mar de 2020

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A Hypera Pharma já revendeu a patente de 12 produtos farmacêuticos e medicamentos sem prescrição que eram parte da recente aquisição da Takeda Pharmaceuticals International para a Eurofarma na Argentina, Peru, Equador, Colômbia, Panamá e México. O valor da transação é de US$ 161 milhões, o equivalente a R$ 813 milhões e o preço da aquisição é proporcional à relevância dos ativos em relação ao negócio realizado recentemente. Com essa transação, a Hypera reforça o seu objetivo de manter o foco no mercado brasileiro.

Os analistas do Bradesco BBI consideraram a operação como positiva, destacando que a Hypera vendeu os remédios para a Eurofarma na Argentina Peru, Equador, Colômbia e México, países que não fazem parte do seu foco de atuação, que é o Brasil. Além disto, o BBI ressalta que com a venda a empresa reduzirá seu endividamento, com a relação dívida líquida sobre o Ebitda caindo de 2,1 vezes para 1,7 vezes. O endividamento da Hypera cresceu porque recentemente a empresa comprou o portfólio dos remédios Buscopan por R$ 1,3 bilhão e os remédios da japonesa Takeda no Brasil por R$ 4 bilhões. E ressaltam a estratégia de manter o foco no Brasil, pois a receita nos países latino-americanos seria de apenas 3% do faturamento. Os técnicos do banco, no entanto, mantiveram a recomendação neutra para a ação e fixaram preço-alvo em R$ 43,00.

 

Analistas do Itaú mordem e assopra a Alliar

O lucro da rede de laboratórios Centro de Imagem Diagnósticos, a Alliar, teve uma queda de 54,9% no quarto trimestre e se situou em R$ 7,4 milhões no quarto trimestre de 2019. As receitas da empresa aumentaram 4,3%, mas sofreram impacto por causa da venda da operação no Hospital São Rafael na Bahia. A Alliar, congrega dezenas de laboratórios de exames e medicina diagnóstica em vários estados, teve avanço de 5% na receita da operação no Estado de São Paulo com a marca de laboratórios CDB.

Os analistas do Itaú BBA classificaram de neutro os resultados divulgados pela empresa. E que vieram estritamente em linha com suas estimativas. Reconhecem os esforços para reduzir os custos, mmas ressaltam que o declínio do tíquete médio ainda é um obstáculo para um maior crescimento. Mesmo assim, mantiveram o preço-alvo de R$ 21,00 para este ano, o que significa possíveis ganhos de 78,7% .

 

Suzano coloca funcionários em casa

Para proteger os funcionários, a Suzano Papel e Celulose fechou totalmente os escritórios centrais na capital paulista e determinou o home office para todos. A empresa também liberou o home office para parte dos funcionários administrativos em outras cidades brasileiras e no exterior. A capital paulista entrou em estado de emergência no último dia 16.

 

Empregados da Minerva terão férias coletivas

O frigorífico Minerva liberou o home office para a maioria dos funcionários administrativos na sede em Barretos e no escritório da capital paulista e, a partir de 23 de março, dará férias coletivas para funcionários das quatro plantas frigoríficas, de José Bonifácio (SP), de Janaúba (MG), duas de Mirassol d’Oeste e Paratininga, no Mato Grosso. “A decisão também está alinhada à piora dos cenários doméstico e global, que inclui queda na demanda do segmento de food service e limitações logísticas em diversas partes do mundo.

 

Shoppings da Multiplan funcionarão até as 20h

A Multiplan comunicou que os seus 19 shopping centers no Brasil funcionarão das 12h às 20h. O objetivo da restrição de horário é evitar uma possível contaminação dos funcionários e consumidores pelo coronavírus. A medida abrange shoppings importantes, como o Morumbi em São Paulo, o Barra no Rio, o Minas em Belo Horizonte e o Barigui em Curitiba.

 

EUA condenam canadenses por roubo de bitcoins

Os canadenses Karanjit Khatkar e Jagroop Khatkar, de British Columbia, com conta falsa no Twitter, se passarem por representantes da corretora HitBTC para roubar 23,2 bitcoins, cerca de R$ 633 mil, de cliente do Oregon. Presos foram condenados a dois anos em prisão federal.

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