Ibope: oito em 10 brasileiros estão satisfeitos com planos de saúde

SEG NOTÍCIAS 29.07 - Ibope: oito em cada 10 brasileiros estão satisfeitos com planos de saúde

Seguros / 15:38 - 29 de jul de 2019

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A cada 10 brasileiros com planos de saúde médico-hospitalares, oito estão satisfeitos ou muito satisfeitos com o benefício. O sentimento foi captado por pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess).

"O estudo compreendeu as diferentes razões de satisfação do consumidor brasileiro, como a qualidade do atendimento e dos profissionais, cobertura e facilidade de acesso para consultas e procedimentos, entre outros, o que mostra que quem utiliza o plano de saúde está bastante satisfeito com os serviços recebidos", avalia José Cechin, superintendente-executivo do Iess.

A percepção do executivo é reforçada pelo fato de 80% dos entrevistados também afirmarem que indicariam o plano que possuem para amigos e parentes e por 88% que pretendem permanecer com o benefício que possuem, sem trocar de plano. "São níveis de satisfação dificilmente encontrados em outros segmentos, mas que se justificam pela qualidade assistencial ofertada", pondera Cechin. "Os números demonstram que os planos de saúde são um elemento-chave na estrutura da saúde do Brasil e o sistema de saúde suplementar é bem avaliado e recomendado pela maioria dos beneficiários", completa.

Entre abril e maio de 2019, o Ibope Inteligência ouviu 3,2 mil pessoas (1,6 mil beneficiários e 1,6 mil não beneficiários) em oito regiões metropolitanas do País (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Brasília e Manaus). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais (p.p.) para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Outro indicativo da satisfação com os planos de saúde é que este permanece como o 3° maior desejo da população brasileira (tanto entre os que contam com o benefício quanto entre os que não o fazem), atrás apenas de educação e moradia própria. Entre os não beneficiários, ou seja, aqueles que não contam com plano de saúde, 89% valorizam o benefício e 73% gostariam de contar com ele.

A pesquisa destaca, ainda, que o plano de saúde é um fator decisivo também na hora de aceitar um emprego. Para 97% dos entrevistados, a oferta desse benefício é considerada "importante" (17%) ou "muito importante" (80%) para decidir entre um trabalho ou outro. O superintendente-executivo do Iess explica que, especialmente no momento econômico pelo qual o País está passando, é claro que ninguém irá deixar de aceitar um emprego se este não ofertar o benefício de plano de saúde. Mas se tiver a possibilidade de optar entre oportunidades semelhantes, este certamente será o fator decisivo. "A pesquisa deixa transparente o anseio do brasileiro pela qualidade assistencial ofertada pelos planos médico-hospitalares", analisa Cechin.

Os principais motivos citados para a satisfação dos beneficiários com seus planos de saúde são: qualidade de atendimento e das equipes assistenciais; qualificação dos médicos que atendem pelo plano; cobertura do plano (possibilidade de realizar exames, internação etc.); e, rapidez na marcação de consultas e autorização de procedimentos.

A pesquisa também apontou que entre os beneficiários que utilizaram o plano nos últimos 12 meses, 91% tiveram as solicitações de serviço aprovadas. Do restante, 6% tiveram a negativa explicada e 3% receberam outras opções. No total, de cada 100 beneficiários que solicitam autorização para procedimentos de saúde, apenas 2,6 afirmaram que tiveram o procedimento negado sem explicação ou alternativa. "Claro que o ideal é ter 100% dos beneficiários atendidos, mas os números indicam que o serviço está sendo bem feito e que não são feitas negativas de cobertura sem motivo", avalia Cechin. "O que reforça a percepção dos especialistas que acompanham o setor de que a judicialização da saúde tem ocorrido prioritariamente por pedidos que realmente não estão cobertos nem no Rol de Procedimentos da ANS nem no contrato com o plano de saúde. O que acaba por prejudicar o coletivo", completa.

De forma semelhante ao que apontaram os beneficiários, o padrão do atendimento dos planos de saúde, considerado rápido e de qualidade, com bons profissionais e hospitais, foi a principal razão para os não beneficiários desejarem contar com os planos de saúde, apontada por 88% dos entrevistados.

"Segundo os entrevistados, esses atributos garantem mais segurança, conforto e tranquilidade em relação à saúde de suas famílias e dão mais respaldo em casos de emergências, internações e cirurgias" conclui Cechin.

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Sete em cada 10 pacientes recebem informações falsas sobre diagnósticos na internet

Pesquisa realizada com 570 médicos registrados na plataforma Doctoralia mostrou que 73% deles receberam algum questionamento de seus pacientes no último ano sobre saúde que ao final descobriu-se ser apenas um boato. Mais do que isso, 72% desses profissionais notaram um aumento desses casos, ou seja, cada vez mais as pessoas procuram diagnósticos na internet e recebem informações que não são fidedignas.

Por exemplo, uma dor de cabeça no campo de busca do Google pode trazer diagnósticos de febre, dengue, meningite, AVC e tantas outras patologias que podem preocupar sem necessidade ou, no pior dos casos, passar uma falsa sensação de tranquilidade. Esse comportamento está fazendo com que os médicos fiquem preocupados com o que eles estão chamando de "cibercondríacos", aqueles pacientes que se autodiagnosticam por meio de pesquisas na internet.

"Todo site sério sobre saúde ressalta, de uma forma ou outra, que as informações contidas ali não substituem uma consulta médica. Aqui mora o principal problema das pesquisas na internet: as informações acerca de uma condição de saúde ou doença disponíveis online muitas vezes são tratadas como diagnóstico pelo usuário", diz o médico Frederic Llordachs, cofundador da Doctoralia.

De acordo com a pesquisa, 87% dos médicos atribuem esse aumento aos novos canais de comunicação imediatos (WhatsApp, redes sociais, etc) que permitem a difusão mais rápida dos boatos. As razões que levam as pessoas a pesquisarem seus sintomas na internet vão desde a comodidade até a ansiedade, passando pela dificuldade de atendimento.

Sobre as maiores dúvidas, os médicos puderam escolher mais de um tema na resposta, e entre os entrevistados, os maiores boatos surgem sobre as terapias alternativas. Nesse contexto, 62% dos profissionais são procurados por dúvidas dessa natureza. Em segundo lugar ficam as dúvidas sobre alimentação (45%), seguidas de questões sobre câncer (38%), efeitos adversos de medicamentos (34%), sexualidade (15%), dores (11%), intoxicação por medicamentos (10%) e outras naturezas que somam 7% dos questionamentos.

Mas, nove a cada 10 médicos acreditam que os pacientes deveriam receber formação para distinguir os boatos das informações verdadeiras. "Além de informações que podem estar erradas, ainda há casos em que a informação passada por um parente ou amigo, ganha um ar de credibilidade falso e perigoso. Mesmo quando um diagnóstico é feito em consultório, nem sempre é conclusivo e rápido, ou seja, a saúde merece atenção e cuidado", explica Frederic.

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China tem 230 mil pediatras

Até 2018, a China tinha 230 mil pediatras, em uma média de 0,92 para cada mil crianças, segundo o jornal "Economic Daily" de hoje, que citou as estatísticas do Centro Nacional para Saúde de Crianças e disse que até o ano passado a China tinha 228 hospitais infantis e que mais de 20 mil hospitais gerais tinham departamentos pediátricos.

Essas instituições tinham 2,22 leitos para cada mil crianças, segundo o jornal.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

                                                                                                                                                                   

Oficina - Com objetivo de abordar um problema regulatório prático para um exercício de Análise de Impacto Regulatório (AIR), representantes do setor segurador, de agências reguladoras e do meio acadêmico estiveram presentes na última palestra das cinco do Ciclo sobre AIR no Setor de Seguros, que ocorreu em 26 de julho, na sede da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), no Rio de Janeiro.

Na abertura, o diretor técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal, fez um breve balanço do Ciclo de Palestras, afirmando que o Ciclo serviu para deixar muito claro a todos a importância da análise de impacto regulatório para a evolução da qualidade regulatória e que o interesse da sociedade sobre o tema só tende a aumentar.

Ele então apresentou o objeto do estudo de caso, que foi o das regras de remuneração de gestores de empresas reguladas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), tema que já vem sendo estudado pelas comissões da CNseg de Gestão de Risco e de Recursos Humanos.

Segundo Alexandre Leal, em função da crise financeira internacional iniciada em 2007, quando várias instituições financeiras, que remuneraram seus gestores com valores vultosos, receberam aportes públicos de capital, iniciou-se um movimento, liderado pelo Financial Stability Board (FSB) de estabelecer princípios que buscam alinhar a remuneração desses profissionais com a exposição a risco das empresas. Como consequência, a International Association of Insurance Supervisors (Iais) recepcionou a questão, definindo que a política de remuneração nas empresas de seguro deveriam levar em consideração os riscos assumidos, mas tendo como pano de fundo o princípio de proporcionalidade. No Brasil, o Banco Central e a CVM já tratam do tema em seu arcabouço regulatório e a Susep já estuda o assunto.

Dividido em várias etapas, um processo de AIR começa pela definição do problema a ser enfrentado. E essa definição precisa ser bem criteriosa, com indicação de causas e consequências e evitando-se definições muito amplas e vagas, que poderiam afetar as escolhas de opções de enfrentamento do problema, afirmou Ana Luiza Calil, pesquisadora do Laboratório de Regulação Econômica da Faculdade de Direito da Uerj, que conduziu a dinâmica junto com seu coordenador, José Vicente Mendonça, e sua colega no Laboratório, a também pesquisadora Michelle Holperin.

"A política de remuneração de gestores é um problema? Quais as consequências caso nada seja feito a respeito? Quais serão os grupos mais afetados?" Essas são algumas perguntas que devem ser feitas no início da análise, disse Michelle.

Outro ponto importante no início do processo de AIR é o da revisão do estoque normativo, que pode ser feito com o apoio do regulado. Inclusive, disse José Vicente, que foi o curador e moderador de todas as palestras do Ciclo, a teoria do "Hard Look Review" defende que toda contribuição da sociedade deva ser avaliada com atenção e todas que forem descartadas devem ser devidamente justificadas.

Ao fim da palestra, os debatedores listaram as principais lições aprendidas durante o Ciclo de Palestras sobre AIR no Setor de Seguros: não presumir que a regulação é sempre a resposta; dedicar tempo e esforço para mapear as alternativas de ação; buscar evidências para identificar claramente o problema; encontrar soluções que sejam proporcionais ao problema encontrado; abrir espaço para a participação externa; definir os resultados desejados de maneira clara; ter transparência na divulgação das alternativas; e capacitar devidamente os reguladores.

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Concurso de monografias - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), lança a publicação "Conhecimento Científico e Regulação - Contribuições para a Saúde Suplementar", que reúne 10 estudos premiados no "1º Prêmio ANS: Concurso de Monografias em Saúde Suplementar".

Os estudos estão divididos em três áreas temáticas: Regulação Econômico-Financeira na Saúde Suplementar, Regulação Assistencial na Saúde Suplementar e Direito em Saúde Suplementar.

O prêmio teve por objetivo estimular a pesquisa e reforçar a importância da produção e disseminação de conhecimento no setor, reunindo trabalhos de reconhecida qualidade técnica e aplicabilidade na saúde suplementar.

Com a publicação do livro reunindo os estudos premiados, a ANS espera que o material sirva de subsídio para o aprofundamento das análises técnicas e da tomada de decisão regulatória, estimulando o crescimento da produção científica no setor.

A primeira edição do Concurso de Monografias contou com a participação de 54 inscritos e 12 trabalhos foram premiados, sendo cinco de autoria de servidores da ANS.

"Compartilhar o conhecimento sobre a saúde suplementar é uma forma de democratizar o acesso às informações e contribuir para que novas análises e pesquisas sejam feitas. Essa publicação destaca o trabalho técnico que vem sendo desenvolvido nesse segmento. Que sirva de inspiração e colabore para o permanente aprimoramento do setor de planos de saúde", disse o diretor-presidente da ANS, Leandro Fonseca.

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Lei Geral de Proteção de Dados A Lei Geral de Proteção de Dados é o tema do próximo Café do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG-RS). A oportunidade acontecerá no dia 02 de agosto às 8h30 na Escola Nacional de Seguros da capital gaúcha (Avenida Otávio Rocha, 115).

Em agosto é comemorado o mês do advogado. Relevante tema não só para o mercado de seguros, mas para toda população, a palestra ficará a cargo do advogado, vice-presidente do GNT de novas Tecnologias da Aida Brasil, sócio fundador de Motta, Soito & Sousa Advocacia Empresarial, Henrique Alberto Faria Motta.

As inscrições para o Café do CVG-RS são gratuitas, mas limitadas. Os participantes devem se inscrever até 31 de julho pelo e-mail secretaria@cvgrs.com.br.

Mais informações devem ser obtidas pelo telefone (51) 3286-3104, com a secretária Bruna Baptista.

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Encontro entre beneméritas e associados - A Associação dos Corretores e Agentes de Planos de Saúde e Odontológico de Minas Gerais (Ascor-MG) reuniu associados, beneméritas, operadoras, administradoras e corretoras em um encontro, no dia 24 de julho, no Restaurante Maria das Tranças, em Belo Horizonte.

Na oportunidade, a empresa Bem Benefícios recebeu a placa de boas-vindas como nova benemérita da Ascor-MG, que conta com oito empresas mantenedoras e 21 corretoras associadas.

O público presente, cerca de 140 pessoas, teve a oportunidade de ouvir as operadoras e administradores sobre temas como novas práticas de mercado, uso da tecnologia na comercialização dos produtos, mudanças nas resoluções normativas da ANS, tendências do setor e comportamento do consumidor.

André Beraldo, presidente da Ascor-MG, explicou que a entidade nasceu com o intuito de unir, organizar e profissionalizar o mercado, além de promover a capacitação dos corretores e vendedores.

"A nossa diretoria está trabalhando de forma incansável para atingir esses objetivos. Já avançamos bastante, mas pretendemos investir mais em prol do crescimento do mercado. Recentemente, reformulamos o estatuto, para torná-lo mais moderno, elaboramos o nosso código de ética e conduta, que será lançado durante reunião extraordinária da entidade, que acontece em agosto".

Beraldo ainda citou outras ações promovidas pela entidade como a ampliação do programa de benefícios aos associados, desenvolvimento de projetos de capacitação e debates com as beneméritas sobre as perspectivas do mercado.

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SEGURO CIDADÃO

                                                                                                                                                                   

Febre amarela Pesquisa desenvolvida pela Universidade de São Paulo (USP) e Instituto Emílio Ribas identificou quatro fatores que indicam risco de morte em pacientes com febre amarela.

Idade avançada, contagem de neutrófilos elevados (células sanguíneas que fazem parte do sistema imune inato), aumento da enzima hepática AST e maior carga viral são os marcadores que apontam o risco de uma evolução grave da doença. O estudo destaca que, de cada 100 pessoas que são picadas por mosquitos infectados com o vírus da febre amarela, 10% desenvolverão sintomas da doença, e 30% podem morrer.

"O que mais nos deixava perplexos é que a maioria dos pacientes chegava bem, apenas se queixando de mal-estar, dor pelo corpo e febre, e, dias depois, alguns deles morriam. É uma doença de evolução muito rápida. Era um desafio determinar, na entrada do paciente, qual seria aquele que evoluiria muito mal da doença e qual seria aquele que teria uma evolução mais favorável. Foi isso que a gente abordou nesse trabalho", explicou Esper Georges Kallás, professor do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da USP.

Outros 19 pesquisadores, apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), assinam o estudo, publicado na revista científica Lancet.

Kallás aponta que amostras para análises foram coletadas em pacientes durante o surto de febre amarela em São Paulo no ano passado.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, em 2019, até 3 de junho, foram registrados 66 casos autóctones de febre amarela silvestre no estado e 12 deles evoluíram para morte.

Em 2018, foram confirmados 504 casos autóctones em várias regiões do estado, dos quais 176 resultaram em morte. Também houve 261 epizootias (morte ou adoecimento de primatas não humanos).

Entre 11 de janeiro e 10 de maio de 2018, 118 pacientes com suspeita de febre amarela foram internados no Hospital das Clínicas e outros 113 no Emílio Ribas.

Após a confirmação do diagnóstico, o estudo se concentrou em 76 pacientes (68 homens e 8 mulheres). Dos 76 pacientes, 27 (36%) morreram durante o período de 60 dias após a internação hospitalar; 11 pacientes com contagem de neutrófilos igual ou superior a 4.000 células/ml e carga viral igual ou superior a 5.1 log10 cópias/ml (ou seja, aproximadamente 125 mil cópias do vírus por mililitro de sangue) morreram, em comparação com três mortes entre os 27 pacientes com contagens de neutrófilos menor que 4.000 células/ml e cargas virais de menos de 5.1 log10 cópias/ml (menos de 125 mil cópias/ml).

Para identificar três dos marcadores, excluindo a idade, são necessários exames em laboratório. De acordo com o professor, o que mede a quantidade de neutrófilos e o aumento da enzina hepática são exames simples com resultado em, no máximo, uma hora.

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ENDOSSANDO

                                                                                                                                                                   

Novo cliente A Mondial Assistance anuncia parceria com a Banestes Seguros S.A., seguradora do Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes S.A.). A partir deste mês, todos os clientes que contratarem o seguro auto do banco capixaba contarão com o serviço de assistência 24 horas da empresa.

No dia 26 de junho, as empresas realizaram um coquetel no Prime Hall Cerimonial e Eventos para apresentar a nova parceira de assistência e os diferenciais da marca aos corretores da Grande Vitória, contando com a participação de mais de 100 pessoas, além de representantes da Banestes Seguros e da Mondial Assistance.

Mais três encontros acontecerão nas cidades de Colatina, Linhares e Cachoeiro de Itapemirim, onde as novidades da parceria serão divulgadas aos corretores da região.

A seguradora está presente em todos os 78 municípios capixabas, através das agências bancárias do Banestes, contando ainda com quatro lojas próprias de atendimento comercial e mais de 300 corretores de seguros autorizados a comercializar seus produtos por todo o estado.

Integrante do sistema financeiro detentor da maior rede bancária do Estado do Espírito Santo, a Banestes Seguros contará agora com uma operação exclusiva localizada em São Bernardo do Campo, na Grande SP, e mais de 14 mil prestadores de serviço espalhados por todo o Brasil. Com a forte cultura da inovação empregada na empresa, Vincent Bleunven, CEO da Mondial Assistance, afirma que a companhia investe em infraestrutura técnica e utiliza ferramentas para melhorar cada vez mais a experiência do cliente. "Nossa operação estará à disposição dos capixabas para garantir proteção a qualquer hora, em qualquer lugar", finaliza.

Otacilio Pedrinha, diretor-presidente da Banestes Seguros S.A., reforça que a parceria foi concretizada devido à qualidade dos serviços prestados. "Visamos a proporcionar ao cliente uma experiência cada vez mais atrativa no âmbito tecnológico, da variedade de serviços e da abrangência de atendimento", destacou.

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