Idosa de 92 anos não pode ganhar na bolsa? Gerontofobia?

Avó de operador só teve sucesso em 70% de suas movimentações.

A Comissão de Valores Mobiliários aplicou multa no valor de R$ 500 mil a Luiz Mori, ex-operador do Credit Suisse USA, por prática não equitativa no mercado de valores mobiliários, por ter realizado operações na bolsa de valores brasileira, no período de junho de 2012 a abril de 2014. Segundo a acusação da autarquia, Mori tinha acesso às informações sobre ordens de grandes investidores internacionais atendidos pela Credit Suisse USA, que potencialmente poderiam afetar a cotação dos ativos a que se referiam, antes que fossem apregoadas no mercado de ações na bolsa de valores brasileira e, consequentemente, antes que fossem conhecidas pelos demais participantes do mercado. Mori então realizava operações de day trade, usando o nome da avó de mais de 90 anos na época dos fatos, de forma a lucrar com a variação da cotação do ativo decorrente da subsequente execução das vultosas ordens de que já tinha conhecimento, segundo a CVM.

O regulador brasileiro deveria ter sido mais cauteloso, multado o Luiz pelos lucros obtidos. Como passou a notícia, deixa os brasileiros na dúvida se foi uma leg[itima punição ou um caso de gerontofobia, cujo uso não é permitido principalmente pelas autoridades. A legislação raiz brasileira não se importa com as idades, veja que com quase essa idade Luiz Erudina será candidata a vice-prefeita da cidade de São Paulo.

Mituco Haga, a idosa que foi para bolsa aos 92 anos, em pouco mais de um ano, entre 2012 e 2013, realizou 452 operações e só teve ganhos em 311 delas, com uma taxa de sucesso de apenas quase 70%. Talvez devido a sua pouca experiência, a Mituco foi cuidadosa, movimentou R$ 113 milhões e seu lucro ficou em R$ 450 mil.

 

Chevron não permite mais o uso do WeChat

A Crevron pediu a funcionários no mundo todo que removam o aplicativo WeChat, da Tencent, de seus telefones do trabalho. A petroleira é uma das primeiras empresas norte-americanas a obedecerem à ordem executiva do governo Trump, que baniu o aplicativo chinês por supostos riscos à segurança nacional. A gigante de petróleo americana identificou o WeChat como “aplicativo não compatível” em e-mail à equipe, pedindo que o programa seja eliminado dos celulares do trabalho em alguns dias. Caso contrário, os aparelhos serão desconectados da rede da empresa, segundo memorando visto pela Bloomberg News.

Devido à recente ordem executiva que baniu o uso do WeChat, a Chevron exige a remoção aplicativo de seu aparelho móvel”, disse o memorando, que também identifica o sistema operacional e o modelo de telefone de cada funcionário. “Se nenhuma ação for tomada antes de 27 de setembro de 2020, seu acesso ao sistema Chevron será removido.”

 

Panvel se esforça com canal digital

A Panvel irá inaugurar um pequeno centro de distribuição de cerca de 1,5 mil mt quadrados na região de Perdizes, em São Paulo. Para os analistas da Ágora Investimentos essa estratégia deve reforçar as vendas online da companhia.

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